A União Budista Portuguesa e o Grupo de Apoio ao Tibete, as únicas organizações que se manifestaram no nosso país contra este inacreditável abuso por parte da China perante a passividade dos que habitualmente (quando lhes interessa) dão lições de “liberdade e democracia”, apelaram a um boicote à compra de produtos chineses em Portugal. Concordo inteiramente.
No entanto, não posso deixar de lembrar aqui o caso de perseguição política feita pelo ACIME ao PNR quando, em 2005, apresentou queixa contra o núcleo do Porto por “racismo”, na sequência de uma campanha “pelo comércio tradicional, contra a invasão do comércio chinês e a proliferação de grandes superfícies”, que apelava ao boicote aos produtos chineses.
Será que o ACIME vai agora acusar a União Budista Portuguesa e o Grupo de Apoio ao Tibete de “racismo”?
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