Terminou mais um congresso do MSR, com conclusões muito positivas.
Arrancou no Sábado, dia 14, com a jornada de debate interno e com a votação das propostas, nas quais estiveram presentes a totalidade dos militantes madrilenos. Debateu-se e aprovou-se as estratégia e organização a desenvolver nos próximos anos, bem como a norma programática e os diversos aspectos do funcionamento interno. Pela tarde aprovou-se por unanimidade a composição do novo Comité Central.
Pela noite, ante a suspensão do concerto previsto de Mara Ros, realizou-se uma pequena festa de camaradagem para os militantes e simpatizantes num conhecido local madrileno.
Por fim no último Domingo, dia 15, pela manhã, levou-se a cabo a jornada de encerramento, a qual se encontrava aberta ao público. Ante a presença de umas 150 pessoas sucederam-se os discursos por parte de António Martínez Cayuela, Erik Norling, Luca Romagnoli e Juan António Llopart, os quais apelaram à resistência recordaram aos presentes a necessidade de manter viva a chama do europeísmo, do patriotismo e do socialismo. Também se realizou uma sentida homenagem a Paloma, vítima juntamente com outros camaradas de uma tentativa de assassinato, na semana anterior, por parte da extrema-esquerda pseudo terrorista.
Os assistentes puderam disfrutar de uma magnífica exposição de cartazes políticos dos anos oitenta pertencentes a distintas organizações europeias. Estiveram também disponíveis várias bancas de materiais por parte dos Movimento Social Republicano (MSR), Circulo de Estúdios La Emboscadura (CELE), Ediciones Nueva Republica e NATION.
Em resumo, um congresso muito interessante e frutífero, o qual marcará o início da conquista das ruas por parte dos idealistas e dos lutadores.
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