Baseado em inúmeros case studies (como se diz hoje em dia), no futuro qualquer plano de aniquilação de uma Nação deverá contemplar os seguintes passos (lista não exaustiva e não necessariamente a seguir pela ordem abaixo):
- retirar-lhe a soberania política, integrando-a numa unidade supra-nacional;
- retirar-lhe a soberania económica, retirando-lhe as políticas monetária e cambial e, cereja no topo do bolo, fazendo-a adoptar uma moeda comum ao citado espaço supra-nacional;
- afogá-la sob um fluxo de imigração, de preferência de outros continentes e culturas, propagandeando as alegadas vantagens da miscigenação;
- massacrar os habitantes com uma ideologia única e dominante, caricaturando todas as ideias que se lhe oponham; aquela deve ser de feição mundialista, anti-Nacional e anti-Tradição;
- implementar uma agenda de transformação social, não de base económica mas comportamental e ética (ou falta dela): promoção do aborto, a eutanásia como algo natural ou mesmo desejável, a homossexualidade como uma simples orientação pessoal, as drogas como uma simples escolha, o repúdio da família tradicional e a adopção de comportamentos que choquem os mais velhos;
- cúmulo desta tarefa hercúlea mas, como se sabe, perfeitamente exequível, assassinato da língua nacional, seja pelas alterações ao longo de gerações de promoção da deseducação nacional, seja por decreto.
Esta é um roteiro para a morte das nações, definido há muito e posto em prática com método e, desgraçadamente, com impressionante eficácia. A partir do momento em que se derrubou a ordem antiga, baseada em valores nacionais e espirituais, e se erigiu o poder da matéria, com o dinheiro em primeiro plano, estava criada a base para o resto do plano, acima esboçado.
In Odisseia, 21 de Julho de 2008
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