Mas Bush, o boss(a), o camelo, não é o único culpado. Ele existe porque há uma muldidão de imbecis que se vendem, que querem apanhar as migalhas que caiem do banquete dos bilionário, e que adoram ou fingem adorar o “aborto”, como lhe chamou Freud, que é a pseudo-nação norte-americana, ou acreditam alorpadamente na “generosidade”, no “idealismo” (”fogo que se incendeia para logo se apagar”) dos gringos. Nunca a América do Norte foi generosa. Desde a sua fundação que se emprega na ladroagem das nações, ou tragando-as ou reduzindo-as no seu amor-próprio, impondo-se como “superior” em energia, em “savoir-faire”, em bondade. Tudo pura hipocrisia e uma ambição sem limites. Os USA fizeram-se, primeiro, com o rebotalho da Europa, depois com o rebotalho do resto do mundo.Passaram a comer melhor, a vestir-se melhor mas a falta de educação nunca deixou existiu. Meteram-se no cientismo para adquirirem as armas de domínio mundial, que os compensou dum crónico complexo de inferioridade, e nada mais. Os altos ideais de bondade, tanto proclamadados por Americanos, não passam de fogos-fátuos, tão comuns nos cemitérios. Os USA são hoje na verdade um cemitério de mortos ambulantes, cuja ressurreição não se prevê para quando, se for possível.
Leitura complementar:
O grande profeta por Joaquim Reis
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