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	<title>no-media // portugal</title>
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	<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 18:05:56 +0000</pubDate>
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		<title>Em Nome da Pátria</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 18:04:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[Tribuna Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/2009/11/12/em-nome-da-patria/%"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/emnomedapatria.dec122kx6gowowwww8cgw4ckk.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="123" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>O nosso Amigo (todos os amigos de Portugal  são nossos Amigos), o Sr. Tenente Coronel Aviador João José Brandão Ferreira, escreveu um livro que foi lançado no mercado há bem pouco tempo. Acho que todo o Português patriota não deve deixar de o ler. Comecei a lê-lo anteontem. Ainda só vou na página 106 e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/2009/11/12/em-nome-da-patria/%"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/emnomedapatria.dec122kx6gowowwww8cgw4ckk.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="123" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><p>O nosso Amigo (todos os amigos de Portugal  são nossos Amigos), o Sr. Tenente Coronel Aviador João José Brandão Ferreira, escreveu um livro que foi lançado no mercado há bem pouco tempo. Acho que todo o Português patriota não deve deixar de o ler. Comecei a lê-lo anteontem. Ainda só vou na página 106 e por enquanto apenas me surgem no espírito  estas duas palavras: &#8220;Verdade e Lucidez&#8221;. Parece que estou a ver o passado revivido através dum filme bem contado: as eleições de 58, a bravata anti-salazarista de Humberto Delgado, que fora um eminente apoiante do grande estadista; a aventura dum emocionalmente desequilbrado Henrique Galvão, o ex-menino bonito de Salazar (&#8221;Este Henrique é tão inteligente que nem parece tropa&#8221;, teria dito Salazar, que inteligente como era também se enganou&#8230;); o incidente do Santa Cruz, que também me levou uns dias para a ilha do Sal, nas tripulações dos três aviões da TAP &#8212; os Lockheeed Superconstellation &#8212; que aí ficaram parados (Três Aviões Parados) à espera de grandes acontecimentos, que não aconteceram; a invasão de Goa, que me apanhou nesse território português, e do qual escapei em circunstâncias dramáticas no CS-TBA, que voou sem luzes  para Karachi  de noite a 500 pés de altitude, felizmente com tempo óptimo e um luar esplendoroso num céu limpo que me permitiu fazer duas posições-astro (Comandante Manuel Reis, já falecido, Copiloto Major Ribeiro, já falecido, Mecânicos de Voo Coragem e Hipólito, já falecidos, Navegador P. Reis, ainda não falecido; do resto dos tripulantes não conheço a sorte.). Os Goeses deixaram-me saudades. Vi-os chorar quando o aviso Afonso de Albuquerque foi posto fora de combate pelos navios de guerra indianos postados ao largo. Alguns deles vieram connosco para Lisboa gratuitamente.Eram Portugueses! A mentira venceu-nos, como nos vence no tempo actual. Nunca o governo do Estado Novo reconheceu Goa anexada como território indiano. Foi precisa para o reconhecer como tal a traição do 25 de Abril e a traição de Mário Soares, o democrata da corda, que não teve pejo de ir à Índia pavonear-se de turbante na cabeça em cima  dum elefante e de visitar  Damão, onde teve esta exclamação idiota perante damaneses: &#8220;Ah, vocês ainda falam português?!&#8221; Etc., etc.</p>
<p>Para já, só quero citar Brandão Ferreira, quando escreve:</p>
<p>&#8220;&#8230; durante 600 anos, os Portugueses lutaram em quase todos os continentes e mares do planeta na defesa dos seus objectivos nacionais e dos perincípios em que acreditavam&#8230;..&#8221;</p>
<p>&#8220;Todavia, o que nunca tinha acontecido na História de Portugal foi a rendição incondicional, a meio de um conflito de baixa intensidade (que ainda por cima controlávamos e do qual estávamos a  sair viotoriosos), com a entrega precipitada e leviana de todo o património, interesses e ideais que sucessivas gerações de Portugueses se haviam batido por defender durante tantos anos.<br />
E tudo isso no meio  de um clima geral de aparente contentamento e euforia! A desorientação foi (e é) tanta que, numa atitude nunca vista, assumimos oficialmente a esmagadora maioria dos argumentos defendidos pelos nossos inimigos&#8230;</p>
<p>Afinal, talvez a opinião que tinha Salazar a respeito dos tropas não fosse errada, excepções à parte, uma das quais é sem dúvida o nosso Amigo Brandão Ferreira.</p>
<p>&#8220;&#8230; os combatentes começaram por ser execrados e condenados por lutarem numa guerra &#8220;imperialista&#8221;, ao serviço dos &#8220;colonialistas&#8221; e de um &#8220;governo fascista&#8221;. Foi-lhes imposto um condicionalismo psicológico e cerca de  um milhão de homens ficou arrumado nas prateleirasd do esquecimento e da ignomínia. Exaltaram-se os desertores.&#8221;</p>
<p>&#8220;Entretanto, surgiu inclusivamente um militar e académico  americano, imparcial,  que decidiu estudar o &#8220;modo português de fazer a guerra&#8221; para depois concluir que as FA portuguesas tinham levado a cabo &#8220;um notável feito de armas&#8221; que superara mesmo a actuação de grandes potências noutros teatros de guerra contemporâneos.</p>
<p>Até breve!</p>
<p>&#8220;Em nome da Pátria&#8221;, de João José Brandão Ferreira: Portugal, o Ultramar e a Guerra Justa</p>
<p>Muitos parabéns, Sr. Tenente-Coeronel! Como Português muito lhe agradeçol!</p>
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		<title>A crise do sistema</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 19:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>viktortora</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

		<category><![CDATA[Globalização]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/2009/10/30/a-crise-do-sistema/%"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/1.1f9vq8x9i22skskkssg88kcog.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="53" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>A taxa de desemprego em Portugal aumentou para 9,2 por cento em Setembro, revelou esta sexta-feira o Eurostat.
O fantasma do desemprego paira por toda a Europa, é a crise do sistema, uma crise económica, uma crise financeira, mas também e como tal mais difícil de combater uma crise de valores.
O sistema entrou em colapso e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/2009/10/30/a-crise-do-sistema/%"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/1.1f9vq8x9i22skskkssg88kcog.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="53" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><p><a class="link" href="http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1407543" target="_new"><span style="color: #996699;">A taxa de desemprego em Portugal aumentou para 9,2 por cento em Setembro, revelou esta sexta-feira o Eurostat.</span></a><br />
O fantasma do desemprego paira por toda a Europa, é a crise do sistema, uma crise económica, uma crise financeira, mas também e como tal mais difícil de combater uma crise de valores.<br />
O sistema entrou em colapso e como tal vai gerar ciclicamente crises cada vez mais nefastas para o povo e para as nações. Os políticos do sistema e os capitalistas que o sustentam, vão sobretudo procurar salvar as suas mais valias sempre com prejuízo do trabalho e dos trabalhadores.<br />
Destas crises destas contradições, sairá uma nova classe de políticos, de empresários e de trabalhadores, que colocando o capital ao serviço do trabalho, vão finalmente criar um sistema onde a justiça social e a igualdade de oportunidades serão uma realidade. Um sistema baseado nos primados da livre iniciativa, no direito natural porque inscrito no nosso código genético à propriedade privada, mas onde a sua extensão seja definida e limitada em função da utilidade social que representa e onde a falácia romântica do igualitarismo seja riscada dos manuais, uma vez que só tem servido para tornar alguns poucos mais iguais que os outros.</p>
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		<title>Rolão Preto: “Isto vai, com Deus!”</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 15:57:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[Recortes de imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/2009/10/24/rolao-preto-%e2%80%9cisto-vai-com-deus%e2%80%9d/%"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/rolaopreto.enqqhp55n9k4k0sg08480cg84.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="113" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>A ideia de que só a esquerda é revolucionário nasce da incultura histórica de uns e da propaganda de outros. A equação direita = conservadorismo é uma simplificação grosseira. O caso de Rolão Preto mostra-o bem. Quis uma Revolução Nacional a duas velocidades, tranquila e veloz. Não contava tal motor anímico com uma embraiagem legalista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/2009/10/24/rolao-preto-%e2%80%9cisto-vai-com-deus%e2%80%9d/%"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/rolaopreto.enqqhp55n9k4k0sg08480cg84.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="113" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><p>A ideia de que só a esquerda é revolucionário nasce da incultura histórica de uns e da propaganda de outros. A equação direita = conservadorismo é uma simplificação grosseira. O caso de Rolão Preto mostra-o bem. Quis uma Revolução Nacional a duas velocidades, tranquila e veloz. Não contava tal motor anímico com uma embraiagem legalista chamada António de Oliveira Salazar. Em 1934 a União Nacional proclamava a homogeneidade e a coesão. No ano seguinte Rolão Preto revoltava-se e era preso. Queremos o Rei e os Sovietes, foi um dos seus lemas. Magnífico!</p>
<p>Em 1916 um jovem português estudante da Universidade de Toulouse recebia a visita de uma ilustre figura bem mais velha do que ele, um dos Apóstolos da República de 1910.</p>
<p>O visitante chamava-se Sebastião Magalhães Lima, o visitado Francisco Barcelos Rolão Preto. Este nascera em 1893 – alguns dizem 1894, outros 1896 - , aquele em 1851, o primeiro era socialista, jacobino e maçon – seria desde 1907 Grão-Mestre daquela obediência – o segundo, fundador do Integralismo Lusitano e anarco-sindicalista, nacionalista sempre.</p>
<p>Num livro que publicaria em 1942 e a que chamou ‘Para Além da Guerra’ – a Segunda Guerra Mundial estava então no auge – Rolão Preto dá conta desse encontro. Lima procurara-o “para conhecer o verdadeiro sentido de inquietação da Mocidade do meu tempo”.</p>
<p>“Ao velho apóstolo assaltara-o amargo de receio de que a minha geração fosse fútil e vã, não conseguindo libertar-se, esboçada uma atitude do pecado de snobismo e superficialidade de que a acusavam”, confidencia.</p>
<p>Nesse instante o jovem estudante formava-se interiormente para a Nova Ordem, contra o individualismo burguês de um Estado de eleitores, contra o capitalismo de uma Nação de mercadores amorais.</p>
<p>Idealista inflamado, ainda estudante saíra de Portugal para se unir às forças de Paiva Couceiro que, a partir da Galiza, protagonizara um levantamento contra a República. Oficial distinto, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro, apoiante de João Franco, liderara as incursões monárquicas contra o regime republicano e chefiara a Monarquia do Norte em 1919. O seu carácter bravio levou a que o alcunhassem como ‘O Paladino’. Estaria condenado ao exílio pelo Salazarismo.</p>
<p>Exilado na Bélgica, Rolão Preto muito jovem ainda seria o fundador em 1913 da revista ‘Alma Portuguesa’, órgão oficial do Integralismo Lusitano, de que seria secretário. Estudante em Lovaina, faria um bacharelato em Direito em França, na Universidade de Toulouse. Formara no estrangeiro o seu Patriotismo e o desdém pelo provincianismo complacente do seus concidadãos.</p>
<p>Cada vez mais activo no plano político colabora com o general Gomes da Costa, um dos chefes do 28 de Maio de 1926, sendo autor do manifesto programático distribuído em Braga que balizaria as principais ideias do Movimento.</p>
<p>Progressivamente mais radical fundaria em 1932 o jornal ‘Revolução’ e o ‘Movimento Nacional Sindicalista’. No tumulto organizacional que se desenvolveu até 1934 esteve sempre do lado activista, militante, combativo.</p>
<p>Comparativamente com movimentos congéneres na Alemanha e na Itália, o nacional-sindicalismo era, porém, de inspiração cristã. As próprias insígnias o demonstravam, a cruz de Cristo como emblema por cima das camisas azuis. A rondar o teocrático, a palavra de ordem do ‘isto vai, com Deus’, que se tornou em torno da sua milícia, o grito de guerra pelo revigoramento da Pátria, balizava as novas chegas de Ourique.</p>
<p>Revolucionário, Preto por um lado demarcava-se do intelectualismo de Sardinha e dos demais integralistas para privilegiar a acção política, por outro pela ênfase à área social e à movimentação das massas trabalhadoras, incompatibilizava-se com quantos queriam uma agitação a nível apenas da consciência das elites letradas da inteligência nacional.</p>
<p>Centrado numa zona em que a tradição cultural latina era vértice, e nisso afastado do nacional-socialismo alemão, Rolão Preto insiste em que o operariado haveria de ser subtraído à esfera de influência dos socialistas da Internacional, dos anarquistas e a partir de 1917 dos comunistas bolcheviques em favor, primeiro de um ‘sindicalismo orgânico’ e mais tarde de um ‘corporativismo integral’, sob um mando carismático. Ulteriormente, enfim, seduzido pelos avanços dos fascistas italianos, torna-se nacionalista puro, enquadrando como tal alguns dos que seriam os ‘tenentes do 28 de Maio’.</p>
<p>Seguro de que a ameaça revolucionária bolchevique estaria contida no nosso País por um pequenas burguesia conservadora, Rolão Preto constrói a militância precisamente no mesmo terreno sindical, com uma retórica análoga. Na aparência dos conceitos e na lógica do discurso é uma camaradagem socialista com a diferença de que tem os olhos postos em Deus e não na Dialéctica.</p>
<p>O triunfo atinge-o em 19 de Fevereiro de 1933 com um gigantesco banquete de mais de setecentas pessoas em pleno Parque Eduardo VII. Comício de exaltação e fé, com discursos vibrantes e palavras de ordem musculadas, o evento marca uma batalha pelo país. A própria Coimbra cinzenta e boémia, alfobre de caloiros, tricanas e veteranos, do CADC que dera ao País Salazar e Cerejeira, abre promissoramente alas em prol dos novos cruzados. O professorado radicaliza-se: Luís Cabral de Moncada, Carlos Moreira e João da Costa Leite Lumbrales, em Direito, Lopes de Almeida e Gonçalves Rodrigues em Letras, Eusébio Tamagnini em Ciências, todos se inscrevem e arregimentam. É “a preia-mar nacional-sindicalista”, escreve João Medina que o entrevistaria nos anos do fim.</p>
<p>Depressa, cada vez mais depressa, o movimento teria, porém, morte anunciada. Em 1934 Salazar marca o caminho. Organiza-se o IX Congresso da União Nacional. O lema é agregador e sobretudo esclarecedor dos caminhos que vai trilhar a Revolução Nacional, transformada agora em Estado Novo, dissuasor ostensivo de aventuras: “unidade, coesão, homogeneidade!</p>
<p>Pelas duas da madrugada do diz 12 Julho desse ano Rolão Preto, preso, é colocado com Alberto Monsaraz na fronteira espanhola. A ameaça que pairava sobre Salazar, pondo-lhe em causa a sobrevivência política, encontrava assim resposta. A PVDE de Agostinho Lourenço defendia o Chefe, localizando conspirações, em que o encontra referenciado.</p>
<p>Em 29 de Julho uma nota à imprensa convida os nacional-sindicalistas a integrarem a agremiação única. O grupo de José Cabral aderiria de bom grado. Assim falou Salazar. Sintomaticamente a Censura corta numa reportagem do jornal O Século sobre o Congresso uma menção a que, durante este, haveriam sido dados vivas a Rolão Preto. O regime começava a viver ‘tranquilamente’ depois de ter vivido ‘perigosamente’, ‘Tudo pela Nação, Nada Contra a Nação’.</p>
<p>O movimento nacional-sindicalista entra agora em clandestinidade. Um novo hino da Maria da Fonte circula, verdadeiro grito de revolta: “Viva Viva Rolão Preto/Que há-de salvar a Nação/Das garras do Usurário/E dar-lhe justiça e pão/Nesta luta tão renhida entre o Estado e a Nação/A vitória há-de ser desta/Comandada por Rolão!”.</p>
<p>Não foi. O princípio dos tempos iludira-o. Mas como ele diria mais numa carta a João Medina, escrita em 1975: “No princípio todos os deuses têm sede”.</p>
<p>In <a href="http://jornalodiabo.blogs.sapo.pt/" target="_blank"><em>O Diabo</em></a>, 23 de Outubro de 2009.</p>
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		<title>Comunicado do MIL: Apoio à Criação de uma Companhia Aérea Lusófona</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 15:49:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goncalvf</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/2009/10/24/comunicado-do-mil-apoio-a-criacao-de-uma-companhia-aerea-lusofona/%"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/mil4.7oe7fnu99rksko8o44og0kcgs.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="113" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><p>Face às recentes declarações do Presidente Executivo da TAP, o gestor brasileiro Fernando Pinto, que, segundo a Agência Lusa, defendeu, em Luanda, a possível “fusão” da TAP com as congéneres angolana TAAG e brasileira TAM, o MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO vem apoiar publicamente esta possibilidade.</p>
<p>Neste nosso mercado cada vez mais globalizado, importa que as grandes empresas do espaço lusófono se articulem entre si, de modo a reforçarem a sua competitividade diante da concorrência internacional.</p>
<p>Este projecto deve ser um embrião de uma companhia aérea realmente lusófona – através da participação dos outros países da CPLP –, com as vantagens óbvias que daí decorrerão. E servir de exemplo a outras áreas, nas quais, de igual modo, se deverão concretizar projectos desta envergadura.</p>
<p>Sugerimos mesmo um nome para essa companhia: TAL - TRANSPORTES AÉREOS LUSÓFONOS.</p>
<p>MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO<br />
<a href="http://www.movimentolusofono.org/" target="_blank">http://www.movimentolusofono.org/</a></p>
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		<title>Luta e Vitória, Comandante!</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 19:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Globalização]]></category>

		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/2009/10/16/luta-e-vitoria-comandante/%"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/gabrieleadinolfi.2f1pex0ck05c48sswsw8c4cs4.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="53" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>Há 40 anos (NdT: este artigo foi escrito em 2007) morria Che Guevara. Por que é que os fascistas o homenageiam?
Há 40 anos morria Che Guevara. O comandante guerrilheiro havia tentado exportar o fenómeno revolucionário cubano, tanto em África como na América Latina que, sendo ele argentino, considerava no seu todo um pouco como a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/2009/10/16/luta-e-vitoria-comandante/%"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/gabrieleadinolfi.2f1pex0ck05c48sswsw8c4cs4.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="53" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><p><strong>Há 40 anos (NdT: este artigo foi escrito em 2007) morria Che Guevara. Por que é que os fascistas o homenageiam?</strong></p>
<p>Há 40 anos morria Che Guevara. O comandante guerrilheiro havia tentado exportar o fenómeno revolucionário cubano, tanto em África como na América Latina que, sendo ele argentino, considerava no seu todo um pouco como a sua pátria. As chamas de guerrilha deveriam acender a revolução: É essa chama que fascinaria Giangiacomo Feltrinelli, muito pouco leninista mas romântico e garibaldino.</p>
<p><strong>O Che e os Fascistas</strong></p>
<p>Em quarenta anos o Che foi objecto de todas as desvalorizações, foi reduzido a logótipo publicitário, a símbolo de reconhecimento de tribos urbanas ultracapitalistas. Mas quando morre, ou antes ainda, quando abraçou o seu sonho revolucionário abandonando um ministério em Cuba, Ernesto Guevara podia contar com muitas antipatias, muitas das quais entre os fariseus do seu próprio campo, mas também com muitas simpatias entre aqueles cuja estúpida lógica dos esquemas estáticos via como seus adversários. Quando a demência e a esclerose do dogmatismo à tartufo não estava na moda entre os herdeiros da Revolução Nacionalista, foram muitos a apoiar o Che. Desde Jean Thiriart, fundador da Jeune Europe e do Partido Nacional Europeu, que seria voluntário na Palestina, a Juan Peron. Costui, fascista entre os fascistas, exilado em Espanha depois de ter sido perseguido pela oligarquia clérico-militar ligada a Washington havia estabelecido um pacto estratégico com Fidel Castro e elogiava particularmente o Che cuja luta, segundo o seu parecer oficial, utilizava o marxismo como puro e simples instrumento para um ideal superior. Foi o próprio Peron, último dos estadistas fascistas, a acolher o Che na Espanha franquista – com o beneplácito do caudilho – e a colocá-lo em contacto na Argélia com Boumedienne. De resto, Guevara havia apoiado Peron contra os comunistas poucos anos antes na Argentina e uma das suas acções de guerrilha foi obra dos peronistas. Com o Che vivo a nata do fascismo pós-bélico estava com ele, com o Che morto foram-lhe dedicadas muitas reflexões e algumas hagiografias, como “Une passion pour El Che” de Jean Cau, autor de sensibilidade nacional-socialista.</p>
<p><strong>Brancos ou Negros?</strong></p>
<p>Poderei portanto homenagear o Che no seguimento dos meus ilustres predecessores e sentir-me por isso muito mais fascista do que os fascistas que o denigrem. Mas não seria suficiente nem correcto. Não o quero homenagear só porque os melhores dos fascistas o fizeram mas porque o merece por si. Conheço as objecções, sinto-as continuamente: desde que o fascismo caiu na sombra reaccionária do conservadorismo burguês e perdeu a sua alma – e o seu mais profundo significado existencial e sacro – as banalidades sucedem-se. Uma dessas é que não se pode homenagear o Che, não se pode não ficar contente pela morte do Che, porque ele batia-se para destruir os nossos valores. Nossos? Valores? Brincamos? O Che batia-se por libertar o seu continente da ocupação americana, da opressão oligárquica e das injustiças. Podemos não compartilhar a direcção dada pelo Che à sua luta, o seu posicionamento ideológico e programático, mas não podemos não sentir como nossa a sua luta, e se não a sentimos das duas uma: ou daquela luta não sabemos <a href="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/uploads/chens.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1410" title="Che Guevara" src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/uploads/chens.jpg" alt="" width="264" height="299" /></a>nada ou enganámos-nos de campo, somos “guarda branca” e não “camisa negra”.<br />
<strong><br />
Luta e Vitória</strong></p>
<p>Enfim, não se pode deixar de homenagear o Che porque um homem que abandona cargos, honrarias, dinheiro e privilégios para ir viver para a selva, no meio dos montes, com um punhado de companheiros de luta, passando dias inteiros a pão e água, um homem que sonha e permanece fiel ao seu sonho metendo carne, músculo e nervos ao seu serviço, não pode deixar de ser homenageado. Dita-o claramente aquele sentimento da vida, da honra e do sacro que está na base da visão do mundo que fez grande a nossa antiguidade e a nossa mais recente “primavera”. Aquela ideia do mundo que – do Bhagavad Gita passando pelos sacerdotes das lupercálias, as legiões mitraicas, a cavalaria medieval até aos comandos Werwolf – representou o melhor que a memória do homem recorda e que se condensa na “Doutrina ariana de Luta e Vitória” (que não é a do sucesso tangível mas a da vitória sobre si mesmo)(*). Quem não perdeu o sentido daquele filão não pode deixar de respeitar e homenagear o herói de Santa Clara. Honra ao Che: Luta e Vitória, Comandante!</p>
<p>9 de Outubro de 2007</p>
<p>(*) Cf. Julius Evola</p>
<p>Retirado de <a href="http://ofogodavontade.wordpress.com" target="_blank">O Fogo da Vontade</a>.</p>
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		<title>A propósito da «Convention Identitaire»</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 21:05:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Recortes de imprensa]]></category>

		<category><![CDATA[Regionalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/2009/10/13/a-proposito-da-%c2%abconvention-identitaire%c2%bb/%"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/conventionidentitaire.az499ayymsoocgkkcw8sokc4k.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="26" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>Muitos dos nossos «identitários» infelizmente são algo exóticos, de
visão e composição fundamentalmente urbanas, género «Berloque de
esquerda» mas de «Herança Céltica» e «Cultura Ariana» de livro ou Álbum ilustrado.
Infelizmente, nas suas ideias e práticas parecem esforçar-se por não
considerar ou até desejar desmembrar o carácter unitário do nosso Estado-Nação e ignorar a dimensão universal da nossa cultura
considerando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/2009/10/13/a-proposito-da-%c2%abconvention-identitaire%c2%bb/%"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/conventionidentitaire.az499ayymsoocgkkcw8sokc4k.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="26" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><p>Muitos dos nossos «identitários» infelizmente são algo exóticos, de<br />
visão e composição fundamentalmente urbanas, género «Berloque de<br />
esquerda» mas de «Herança Céltica» e «Cultura Ariana» de livro ou Álbum ilustrado.</p>
<p>Infelizmente, nas suas ideias e práticas parecem esforçar-se por não<br />
considerar ou até desejar desmembrar o carácter unitário do nosso Estado-Nação e ignorar a dimensão universal da nossa cultura<br />
considerando romanticamente «regiões» que não existem, alegando um<br />
&#8216;localismo&#8217; que aqui é apenas pretexto e não se afigura relevante como<br />
enquadramento político no combate ao Sistema.</p>
<p>No fundo, manifestam apenas muita ignorância e o inevitável espírito<br />
fragmentador, para poder ser &#8216;chefes&#8217; em &#8216;causa própria&#8217;&#8230;</p>
<p>Além disso não têm autenticidade e imaginação bastantes para se<br />
afirmarem como portugueses, ou, pelo menos, verdadeiros&#8217;regionalistas&#8217;, através de símbolos próprios, e usam imagens de &#8216;javalis&#8217;, semelhantes às que se usam em França e em Espanha, por exemplo.</p>
<p>É mais um exemplo de cópia do estrangeiro – que para os bacocos é<br />
sempre «bom», mais um traço actual da mediocridade e do provincianismo<br />
&#8216;lusitano&#8217; que também os contagia, a denunciar de uma forma explícita e indiscutível o seu carácter &#8216;desenraízante&#8217;, a sua «não-identidade», nada local e pseudo-europeia&#8230; Felizmente o Vlaams Belang, a Lega Nord, os grupos da Normandia , da Lorena e da Bretanha e tantos outros, assumem uma identidade real e na escala própria, muito mais bem ajustados à realidade que os «nossos»&#8230;</p>
<p>Tenho ou não razão?</p>
<p>Política e culturalmente somos uma ‘região’ da Europa que coincide<br />
com um dos mais velhos Estados-Nação.</p>
<p>Mas se como nacionalistas somos defensores da «identidade maior»,<br />
feita de todas as outras e maior que a soma das partes, não deixaremos de assumir a bandeira da defesa dos singularismos étnicos e culturais, mas a sério, defendida por uma concepção política e cultural séria, que integre todas as comunidades naturais, municipais ou locais num plano de representação autêntica, numa assembleia própria, não partidária e nunca manipulada por políticos profissionais. Numa palavra, verdadeiros Identitários somos nós – na luta pela Nação integral e pela única força que pode garantir a defesa política, económica e cultural dos portugueses, a todos os níveis: um Estado orgânico enraizado na comunidade nacional.</p>
<p>Não podemos ignorar este movimento que se espalha pela Europa e<br />
vem afirmar identidades legítimas que importa defender e reunir no mesmo movimento geral da resistência à mundialização.</p>
<p>In <em>A Oeste Tudo de Novo</em>, nº 18, Outubro de 2009.</p>
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		<title>Vou votar!</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 16:40:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tribuna Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/2009/09/26/vou-votar/%"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/naovotaste.9dlyc9nyfrk8gwwoo0k8c4c0k.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="112" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>Fizera eu a tenção de não ir votar, de me abster nestas eleições legislativas, como fizera nas eleições para a &#8220;Europa&#8221;. Mas este último caso era-me completamente alheio. A &#8220;Europa&#8221;, politicamente, não me diz nada. Nestas eleições portuguesas, porém, acabei por sentir que não podia &#8220;suicidar-me&#8221;, pois a abstenção corresponde à morte súbita do eleitor. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/2009/09/26/vou-votar/%"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/naovotaste.9dlyc9nyfrk8gwwoo0k8c4c0k.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="112" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><p>Fizera eu a tenção de não ir votar, de me abster nestas eleições legislativas, como fizera nas eleições para a &#8220;Europa&#8221;. Mas este último caso era-me completamente alheio. A &#8220;Europa&#8221;, politicamente, não me diz nada. Nestas eleições portuguesas, porém, acabei por sentir que não podia &#8220;suicidar-me&#8221;, pois a abstenção corresponde à morte súbita do eleitor. Abster-se não é forma de protesto contra a &#8220;democracia&#8221;. Contra a &#8220;democracia&#8221; não se protesta com a abstenção. Protesta-se, ou tenta-se protestar, escrevendo, ou vociferando, com débil efeito, contudo, pois na &#8220;democracia&#8221; há liberdade para berrar, mas não há ouvidos para ouvirem os berros.</p>
<p>A democracia  é um sistema irreal, dado o baixo nível cívico, moral e espiritual da generalidade dos eleitores. É um sistema grosseiro que apenas serve  as ambições inconfessáveis dos manipuladores demagogos. Os inimigos do Povo instituíram a democracia, enganando-o descaradamente.</p>
<p>Vejamos o que aconteceu em Portugal. Uma minoria de insurrectos fez a &#8220;democracia&#8221; com uma &#8220;revolução&#8221;, que não foi de modo algum um processo democrático. Um demagogo, que apenas se tinha alçapremado a ministro dos estrangeiros ( e a quem mais tarde dariam o epíteto de &#8220;Pai da Pátria&#8221;), sem dar satisfações a ninguém, tomou a decisão monstruosamente arbitrária de ir oferecer Moçambique a um auxiliar de enfermagem. E a &#8220;descolonização&#8221; fez-se sem consulta ao Povo. Um processo profundamente anti-democrático. Depois, os mesmos insurrectos, meteram-nos na &#8220;União Europeia&#8221; sem qualquer consentimento do Povo. Outro processo gravemente anti-democrático. Em seguida, substituíram a moeda nacional &#8212; o escudo &#8212; por uma moeda estrangeira &#8212; o euro &#8211;, sem darem qualquer satisfação ao Povo, como puseram em vigor  uma improvisada &#8220;constituição da república&#8221;,  sem referendo popular. E depois aprovaram um Tratado de Lisboa, assim chamado, para nossa vergonha, um projecto de unificar politicamente a &#8220;Europa&#8221;, a perda da nossa independência nacional, sem que o Povo fosse tido ou achado.</p>
<p>E, contudo, este povo bovino, vai orgulhoso e manso votar naqueles que o atraiçoaram e atraiçoam constantemente, dando-lhes vivas, abraços e beijos.</p>
<p>Sem vivas, sem abraços e sem beijos, vou votar, consciente da inutilidade do meu acto, somente porque sou contra, mas antes contra do que civicamente morto.</p>
<p>Sou contra José Sócrates, um político arrogante e desonesto, que parece andar também a enganar-se a si mesmo, um governante incompetente, sem dimensão espiritual alguma, sem o mínimo de conhecimentos de psicologia, nem respeito humano, que revulsou até ao nojo a população portuguesa mais digna.</p>
<p>Vou votar contra ele, embora o meu voto seja uma fracção quase infinitamente pequena do voto colectivo.Mas como nos ensinan o cálculo infinitesimal, a soma (o integral) de muitos infinitamente pequenos pode ser uma quantidade grande.</p>
<p>Por Portugal!</p>
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		<title>Esquerda?</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 19:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tribuna Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/2009/09/24/esquerda/%"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/antonio_costa_parasitas_de_esquerda.cfsz4oa374g8csgkw4gg4gggg.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="79" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>
O estigma dos partidos políticos ditos de esquerda está precisamente em se dizerem de esquerda. Porque &#8220;esquerda&#8221; é sinónimo de &#8220;sinistra&#8221;, &#8220;canhota&#8221;, &#8220;funesta&#8221;, &#8220;maldextra&#8221;, isto é, &#8220;não direita&#8221;; enquanto que &#8220;direita&#8221; quer dizer &#8220;dextra&#8221;, &#8220;recta&#8221;, &#8220;justa&#8221;. A ciência jurídica é o Direito. Sei que a origem de &#8220;esquerda&#8221; para os políticos vem da sua posição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/2009/09/24/esquerda/%"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/antonio_costa_parasitas_de_esquerda.cfsz4oa374g8csgkw4gg4gggg.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="79" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><div id=":1gh" class="ii gt">
<div>O estigma dos partidos políticos ditos de esquerda está precisamente em se dizerem de esquerda. Porque &#8220;esquerda&#8221; é sinónimo de &#8220;sinistra&#8221;, &#8220;canhota&#8221;, &#8220;funesta&#8221;, &#8220;maldextra&#8221;, isto é, &#8220;não direita&#8221;; enquanto que &#8220;direita&#8221; quer dizer &#8220;dextra&#8221;, &#8220;recta&#8221;, &#8220;justa&#8221;. A ciência jurídica é o Direito. Sei que a origem de &#8220;esquerda&#8221; para os políticos vem da sua posição à esquerda na assembleia revolucionária francesa dos fins do século XVIII. À esquerda de quem? Do presidente dessa assembleia. Se esses políticos, representantes  dum mítico &#8220;povo&#8221;, se referissem a si mesmos, então estariam à direita. Isto é, &#8220;direita&#8221; e &#8220;esquerda&#8221; são muito relativas. Contudo, os recém chegados à política não perceberam que eram infamados pelo próprio nome que se atribuíam: &#8220;esquerdos&#8221;.</div>
<div></div>
<div>A palavra &#8220;esquerda&#8221; é característica da Península Ibérica, originária do basco: &#8220;<em>izquierda</em>&#8221; em castelhano,&#8221;<em>esquerre</em>&#8221; em catalão, mas sempre com conotação depreciativa. Em francês diz-se &#8220;<em>gauche</em>&#8220;, que também quer dizer isso mesmo: &#8220;<em>maladroit</em>&#8220;, &#8220;<em>disgracieux</em>&#8220;, &#8220;<em>embarrassé</em>&#8220;, contrário de &#8220;hábil&#8221;. Em italiano diz-se &#8220;<em>sinistra</em>&#8220;, que também quer dizer sinistra. Em inglês diz-se &#8220;<em>left</em>&#8220;, o contrário de &#8220;<em>right</em>&#8221; (<em>I am right</em> = tenho razão). Em alemão diz-se &#8220;<em>Linke</em>&#8221; (&#8221;<em>linkisch&#8221;</em> = desajeitado, canhoto, acanhado), contrário de &#8220;<em>Recht&#8221;</em> = direito, justiça, razão. Em romeno diz-se <em>&#8220;stinga&#8221;,</em> (<em>stingaci</em> = desajeitado, desastrado,  contrário de &#8220;<em>drept&#8221;</em> = direito, justo, verdadeiro). Em russo, &#8220;esquerdo&#8221; diz-se &#8220;<em>lêvii</em>&#8220;, que também significa &#8220;oportunista&#8221;; contrário de &#8220;<em>právii</em>&#8220;, que também significa &#8220;justo&#8221;, &#8220;que tem razão&#8221;. &#8220;<em>Pravo</em>&#8221; significa Direito, como significa também &#8220;palavra de honra&#8221;. Em sueco, &#8220;esquerdo&#8221; diz-se &#8220;vanster&#8221; (com trema no -a-), contrário de &#8220;ratt&#8221; (com trema no -a-), que também significa &#8220;justo&#8221;, &#8220;verdadeiro&#8221;, &#8220;recto&#8221;.</div>
<div></div>
<div>Assim, julgo não andar longe da verdade, dizendo  que os partidos políticos de esquerda se derrotam a si mesmos usando a designação de esquerdistas. A inversão de valores começou a ser tentada na Revolução Francesa, inspirada pelos Iluminados e pelos grandes banqueiros  ateístas e oportunistas, que pretenderam, e continuam a pretender, não o bem dos povos, mas o máximo lucro pecuniário e o poder que ele lhes dá; e arrastaram atrás de  si os ingénuos, os cegos idealistas e todos os oportunistas, que quiseram substituir Deus pela Razão e ficaram sem Deus e sem razão. Em nome da Liberdade, prenderam e mataram; em nome da Fraternidade, fizeram a guerra; em nome da Igualdade, fizeram injustiças sem nome.  Haja Deus!</div>
</div>
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		<item>
		<title>Portugal defunto?</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 18:48:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Curtas]]></category>

		<category><![CDATA[Tribuna Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Parece que as sondagens indicam  uma vitória tendencial com maioria absoluta do PS socretino. Não acredito. Em todo o caso, preparemo-nos mentalmente para a concretização de tal hipótese. No 25 de Abril &#8220;libertaram-nos&#8221; (dizem) duma &#8220;ditadura&#8221; autorizada (&#8221;autoritária&#8221;, dizem). Agora, se suceder o pior, entraremos, depois de 35 anos do bagunceiro laissez-faire, laissez-passer, numa ditadura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que as sondagens indicam  uma vitória tendencial com maioria absoluta do PS socretino. Não acredito. Em todo o caso, preparemo-nos mentalmente para a concretização de tal hipótese. No 25 de Abril &#8220;libertaram-nos&#8221; (dizem) duma &#8220;ditadura&#8221; autorizada (&#8221;autoritária&#8221;, dizem). <span id="more-1400"></span>Agora, se suceder o pior, entraremos, depois de 35 anos do bagunceiro <em>laissez-faire, laissez-passer</em>, numa ditadura &#8220;democrática&#8221; ordinária e prepotente, em que os valores nacionais se resumem ao desnecessário TGV, às desnecessárias auto-estradas, às desnecessárias mentiras e aos desnecessários e hipócritas beijinhos às criancinhas. Ao Serviço de Salazar, à Merdice do Marcelo, à Inutilidade do Interregno, sucede-se a Sofreguidão do Sócrates. E Portugal continuará de Pernas para o ar. O Óleo, o Sebo e o Unto selam o caixão dum Portugal Defunto. A mentira paira sobre um cadáver que foi outrora vivo. O insulto, a  ganância, a deslealdade, a inimizade alimentam-se de carne putrefacta. A atmosfera miasmática fede a hipocrisia, ignorância e pascacice. Eis, salvo erro, o que se perspectiva no pior dos casos. <em>Miserere!</em></p>
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		<title>Temos que aprender a ser humildes perante o voto do povo</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 20:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goncalvf</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Featured]]></category>

		<category><![CDATA[Tribuna Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/2009/08/27/temos-que-aprender-a-ser-humildes-perante-o-voto-do-povo/%"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/rasoolmohajer.4gwtlx9bary8gwg8oscogo8go.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="45" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>Durante a semana passada, o Senhor Presidente Mahmoud Ahmadinejad participou nas cerimónias oficiais e iníciou o décimo mandato da presidência do Irão. Para mais quatro anos, o Presidente Ahmadinejad terá a responsabilidade para dirigir o Irão. As eleições realizadas no dia 12 de Junho foram as trigésimas primeiras eleições dos trinta anos da vida da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/2009/08/27/temos-que-aprender-a-ser-humildes-perante-o-voto-do-povo/%"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/rasoolmohajer.4gwtlx9bary8gwg8oscogo8go.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="45" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><p>Durante a semana passada, o Senhor Presidente Mahmoud Ahmadinejad participou nas cerimónias oficiais e iníciou o décimo mandato da presidência do Irão. Para mais quatro anos, o Presidente Ahmadinejad terá a responsabilidade para dirigir o Irão. As eleições realizadas no dia 12 de Junho foram as trigésimas primeiras eleições dos trinta anos da vida da República Islâmica do Irão e a taxa da participação dos eleitores atingiu os 85%. A grande participacão do povo iraniano desmostrou o seu grande interesse inédito no destino do seu país e, assim, permite aos países democráticos do mundo comparar a taxa de participação dos iranianos com as dos outros países.</p>
<p>Ao contrário de alguns países, no Irão, a participação nas eleições não é obrigatória. Por isso, a participação maciça do povo iraniano prova o seu interesse incondicional para o seu estado. Sem qualquer escolha ou sugestão para um dos candidatos, o Líder do Irão, o Ayatollah Ali Khamenei, apenas tinha pedido a participação maciça do povo. O Estado iraniano tinha preparado as eleições com diversos meios, como os debates directos entre os candidatos, que foram vistos pelos 50 milhões de iranianos. Todos os preparativos encorajaram e motivaram o povo para uma participação maciça nas eleições. Queremos que os observadores internacionais e os médias digam em quais dos países do mundo e em que democracias antigas o povo participa nas eleições neste nível.</p>
<p>Mais importante ainda, para perceber o poder do povo em qualquer país, temos que olhar para a sua história e a dos seus países vizinhos. Será que, com a confiança nos seus próprios sistemas, os responsáveis dos países do Médio Oriente, da Ásia e da Europa permitem um debate livre sobre todos os assuntos?</p>
<p>Durante os últimos quatro anos, o Presidente Ahmadinejad investiu mais nas zonas afastadas e desfavorecidas do Irão e várias vezes visitou as cidades e aldeias que nunca qualquer autoridade tinha visitado. Nenhum dos antigos presidentes do Irão tinha tomado estas iniciativas. Estes factos acrescentaram a sua grande popularidade nas pequenas cidades e aldeias do Irão. Com excepção de Teerão (o capital) e uma outra província iraniana, o Presidente Ahmadinejad teve com 63% dos votos a maioria dos votos.</p>
<p>Durante os últimos anos, as regras e os mecanismmos praticos da realização das eleições no Irão são as mesmas que as eleições anteriores. Também, nestas eleições, a Comissão Observadora das eleições tinha preparado os novos mecanismos para a protecção dos votos do povo e para evitar as fraudes: contagem informática em simultâneo com a contagem manual; atribuição dos códigos locais para os boletins da cada cidade e região; e, também, a observação acentuada da Comissão Observadora e a presença dos observadores dos candidatos nos locais dos votos. 92 000 representantes pessoais dos candidadtos (40 000 representantes de Senhor Moussavi que foi o principal adversário de Senhor Ahmadineja) vigiaram os locais de votação (por exemplo, no passado, na altura das eleições que deram vitória aos dois mandatos do Senhor Hashemi Rafsanjani e a um mandato do Senhor Khatami não havia presença dos representantes dos candidatos nos locais de votação).</p>
<p>Desde há trinta anos que a Revolução Islâmica do Irão nasceu e pôs fim aos 2500 anos da dinastia, e que tudo está baseado e apoiado no voto do povo. É de facto um ponto de partida na história milenária do Irão. A sociedade iraniana não é uma sociedade morta, muda e sem voz. As divergências existentes reflectam o dinamismo e a diversidade da sociedade iraniana. No Irão, o povo escolhe o seu Líder, o seu Presidente e até os responsáveis locais. É interessante de saber que, de acordo com o artigo 177 da Constituição da República Islâmica do Irão, a gerência do país é baseada no voto do povo. E este princípio é eterno e imúdavel.</p>
<p>Durante as três últimas décadas, sempre, os governos organizadores das eleições assistiram à vitória dos seus opositores. Num só olhar às tendências políticas do Ayatollah Khamenei, dos Senhores Hashemi Rafsanjani, Khatami e Ahmadinejad, percebemos que o estado iraniano reconheceu como o seu presidente quem teve a vitória nas eleições presidênciais iranianas. E ísso uma grande lição para todos.</p>
<p>Seria bom que os raros países, que não esconderam o seu desgosto nos resultados das eleições presidênciais do Irão e que não assistiram à vitória do seu candidato favórito, seguissem este método do sistema iraniano e respeitassem o voto do povo. Será que um dia as grandes potências aceitarão o voto do povo apesar da sua concordância ou discordância com a pessoa eleita? Será que a decisão da Comissão das Eleições dos EUA no ano 2000 (apesar dos vários protestos de Al Gore) sobre a vitória de Bush com uma pequena margem é mais importante do que a decisão da Comissão das Eleições do Irão nas quais a taxa da participação é dos 85% e que a margem da vitória é de 11 milhões de votos? Um dos países do Norte da Europa anunciou abertamente a existência das fraudes nas eleições presidências do Irão. Sem presença dos seus observadores no Irão como é possível justificar tal declaração numas eleições cuja a diferença entre os votos do vencedor das eleições com os outros candidatos é de 11 milhões?</p>
<p>Depois da realização das eleições, houveram protestos no Irão. Por isso, o Comité das Eleições examinou os resultados e depois de três semanas confirmou a legalidade das eleições. O Comité das Eleições, numa iniciativa sem precedente, verificou 10% das caixas dos votos e registou, pela primeira vez, o resultado de todas as 47000 caixas no seu site. Assim, em todo o território iraniano, o povo teve acesso aos resultados dos votos recolhidos no interior e exterior do país. Como se sabe, em todo o território iraniano há meios do acesso ao internet, e, ao nível mundial, o Irão é o terceiro país dos bloguistas. Na realidade, os resultados das contagens foram expostos ao povo. Foi um acto inédito nas eleições iranianas.</p>
<p>Como já foi mencionado aqui, os protestos, as críticas e as manifestações não são actos inéditos no Irão. Por isso, sempre foi sublinhado que as divergências das opiniões no Irão são assuntos internos e naturais no âmbito do poder do povo e que os problemas serão resilvidos internamente.</p>
<p>A República Islâmica do Irão é um grande poder com um dos mais antigos sistemas do poder do povo na Região. É conhecido como um país moderado que se afasta de extremismo, com um povo altamente instruido que nunca invadiu ou atacou os seus países vizinhos. Na nossa era, os países como os EUA, que são eles próprios conhecidos na instauração do extremismo, são obrigados a corrigir os seus erros e aproveitar das experiências e influência do Irão na Região. Porque procuram se salvar do impasse que eles próprios criaram. E isso, será, de certeza, possível com o voto e a vontade do povo iraniano.</p>
<p>Temos que ser humildes perante o voto e a escolha do povo (qualquer que seja a sua escolha). A questão é que, infelizmente, os médias estrangeiros não mostram bem a realidade iraniana e influenciam as opiniões e decisões que são limitadas nestes olhares errados. Não é por acaso que quem viaja para o Irão no regresso a sua primeira frase é: &#8220;o que vi foi totalmente diferente e oposto do que os médias relatavam!&#8221;</p>
<p>*Embaixador da República Islâmica do Irão em Lisboa</p>
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