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	<title>no-media // portugal &#187; Internacional</title>
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	<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 23:32:54 +0000</pubDate>
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		<title>Sobre piratas</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Nov 2008 12:43:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goncalvf</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/1008/sobre-piratas"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/YapbThumbnailer.php?post_id=1008&amp;w=80" width="80" height="70" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>Não, não vou culpar os somalis que a mídia acusa de pirataria por se apossarem de petroleiros que cruzam suas águas territoriais.
Não vou absolvê-los também, mas apenas ouvir o que têm dizer antes de crucificá-los como a mídia tem feito.
Eis o que dizem: “Não consideramos nossa atividade um crime, mas sim um pedágio, já que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/1008/sobre-piratas"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/YapbThumbnailer.php?post_id=1008&amp;w=80" width="80" height="70" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><p>Não, não vou culpar os somalis que a mídia acusa de pirataria por se apossarem de petroleiros que cruzam suas águas territoriais.</p>
<p>Não vou absolvê-los também, mas apenas ouvir o que têm dizer antes de crucificá-los como a mídia tem feito.</p>
<p>Eis o que dizem: “Não consideramos nossa atividade um crime, mas sim um pedágio, já que o nosso país, a Somália, não tem um governo central para controlar o nosso mar territorial&#8221;.</p>
<p>Então por que a mídia os denomina de piratas?</p>
<p>Fui buscar a explicação no Aurélio.</p>
<p>“Pirata - Bandido que cruza os mares só com o fito de roubar”.</p>
<p>Então, de acordo com o mestre Aurélio, não é correto denominar os somalis de piratas.</p>
<p>Podemos sim, denominar de piratas os Estados Unidos, Inglaterra e seus cúmplices, que atravessaram os sete mares para saquear as riquezas do Iraque.</p>
<p>Agora, alguém pode explicar porque a mídia não repercute isso?</p>
<p>In <a href="http://blogdobourdoukan.blogspot.com/" target="_blank"><em>Blog do Bourdoukan</em></a>, 28 de Novembro de 2008</p>
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		<title>O pacifista</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 17:52:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>viktortora</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Ligo a televisão na rtp1 para ver o início das notícias. Fala-se do ataque contra a casa do presidente da Guiné-Bissau, Nino Vieira. Mais à frente, a simpática jornalista informa que o acontecimento sucedeu na sequência da vitória eleitoral que deu a maioria ao PAIGC, partido fundado pelo &#8220;pacifista Amílcar Cabral&#8221;. Ficamos a saber a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="post-body entry-content">Ligo a televisão na rtp1 para ver o início das notícias. Fala-se do ataque contra a casa do presidente da Guiné-Bissau, Nino Vieira. Mais à frente, a simpática jornalista informa que o acontecimento sucedeu na sequência da vitória eleitoral que deu a maioria ao PAIGC, partido fundado pelo &#8220;pacifista Amílcar Cabral&#8221;. Ficamos a saber a verdade, finalmente. Uma jornalista anónima, provavelmente após anos e anos de pesquisa, descobre que afinal Amílcar Cabral era um pacifista. A luta armada contra os portugueses na Guiné-Bissau nunca aconteceu. Entre 1964 e 1973 não morreu ninguém. Em cada mina anti-pessoal era uma mensagem de paz que ressoava. O politicamente correcto, a estupides e a ignomínia não têm realmente travão. O próximo passo é dizer que Agostinho Neto foi um novo Gandhi ou o Luther King africano e os massacres de 1977 um episódio necessário na construção do paraíso. Sempre que parece impossível, o impossível reaparece. Descer ainda mais, continuamente. E atenção: isto não é reescrever a história. Isto não é revisionismo. É o pacifismo e ai de quem se lembre de apodar de terrorista qualquer um dos integrantes do trio. Afinal, eles até foram recebidos pelo Papa, não foi?</div>
<div class="post-body entry-content"><a href="http://acidadedosossego.blogspot.com/">http://acidadedosossego.blogspot.com/</a></div>
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		<title>Saffar Harandi reafirma liberdade de imprensa</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Nov 2008 23:13:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goncalvf</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/975/saffar-harandi-reafirma-liberdade-de-imprensa"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/saffarharandi.6y3lb39u00gss80okw0ckw0wc.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="55" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>
O ministro da Cultura e da Orientação Islâmica, Mohammad Hossein Saffar Harandi, reafirmou este Domingo o compromisso do governo para com a liberdade de expressão.
Tomando a palavra na cerimónia de abertura do 15º Festival da Imprensa e das Agências Noticiosas, Saffar Harandi afirmou que “Actualmente, temos as condições e a preparação para a expressão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/975/saffar-harandi-reafirma-liberdade-de-imprensa"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/saffarharandi.6y3lb39u00gss80okw0ckw0wc.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="55" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><p><!--[if gte mso 9]><xml> <w :WordDocument> </w><w :View>Normal</w> <w :Zoom>0</w> <w :HyphenationZone>21</w> <w :PunctuationKerning /> <w :ValidateAgainstSchemas /> <w :SaveIfXMLInvalid>false</w> <w :IgnoreMixedContent>false</w> <w :AlwaysShowPlaceholderText>false</w> <w :Compatibility> <w :BreakWrappedTables /> <w :SnapToGridInCell /> <w :WrapTextWithPunct /> <w :UseAsianBreakRules /> <w :DontGrowAutofit /> </w> <w :BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w> </xml>< ![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w :LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"> </w> </xml>< ![endif]--></p>
<p>O ministro da Cultura e da Orientação Islâmica, Mohammad Hossein Saffar Harandi, reafirmou este Domingo o compromisso do governo para com a liberdade de expressão.</p>
<p>Tomando a palavra na cerimónia de abertura do 15º Festival da Imprensa e das Agências Noticiosas, Saffar Harandi afirmou que “Actualmente, temos as condições e a preparação para a expressão de opiniões e pensamentos diferentes.” O mesmo afirmou ainda que actualmente a abertura de expressões e ideias é tão ampla que os principais membros do governo são facilmente criticados.</p>
<p>Adiantou ainda que o governo anseia que a imprensa reflicta as realidades do país e informe o povo com justiça.</p>
<p>“O governo não tem outra expectativa da imprensa e da comunicação social além da reflexão das realidades. A nossa expectativa é um mero reflexo da realidade dos valiosos serviços do governo para com o público”, acrescentou.</p>
<p>O ministro indicou que o número existente de imprensa escrita, jornais e revistas, inclusive semanais ou mensais, publicada no Irão aumentou para um número superior a 3.500 desde a Revolução Islâmica de 1979, quando anteriormente a esta não passavam de um número inferior a 200.</p>
<p>Nos últimos três anos apenas foram atribuídas licenças para a publicação de 1.060 novos diários e periódicos.</p>
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		<title>Charles Maurras</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Nov 2008 18:39:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>viktortora</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/968/charles-maurras"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/YapbThumbnailer.php?post_id=968&amp;w=80" width="80" height="109" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>Charles Maurras (20 de Abril de 1868 - 16 de Novembro de 1952) foi jornalista, dirigente e principal fundador do jornal Action Française.
Charles Maurras, o grande doutrinador francês
Tradução e selecção de Alexandre A. Pinto Coelho do Amaral (In Mensagem, n.º 8, págs. 7/8, 15.12.1947)
Uma análise objectiva do pensamento do grande escritor da Action Française, revela, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/968/charles-maurras"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/YapbThumbnailer.php?post_id=968&amp;w=80" width="80" height="109" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><p><a class="link" href="http://pt.no-media.info/cms/wp-admin/Charles%20Maurras%20(20%20de%20Abril%20de%201868%20-%2016%20de%20Novembro%20de%201952)%20foi%20jornalista,%20dirigente%20e%20principal%20fundador%20do%20jornal%20Action%20Française." target="_new"><span style="color: #5588aa;">Charles Maurras (20 de Abril de 1868 - 16 de Novembro de 1952) foi jornalista, dirigente e principal fundador do jornal Action Française.</span></a></p>
<p><strong>Charles Maurras, o grande doutrinador francês<br />
Tradução e selecção de Alexandre A. Pinto Coelho do Amaral (In Mensagem, n.º 8, págs. 7/8, 15.12.1947)</strong></p>
<p>Uma análise objectiva do pensamento do grande escritor da Action Française, revela, indubitavelmente, que as suas ideias representam no terreno político-ideológico, uma superação do positivismo tal como ele era entendido no último quartel do século XIX. O apelo à experiência sensível que constitui a realidade toda e que o espírito reproduz por meio de luz científicas, é substituído em Maurras pelo apelo à inteligência hierarquizadora e ordenadora, que descobre através da história as realidades criadoras, as realidades valiosas e perenes. Quer dizer; o racionalismo passa a superar o experimentalismo.<br />
Em face desta posição inicial devem ser analisadas as doutrinas do Mestre. O combate à liberdade-liberal é inspirado, na essência, pela contradição que esta encerra em si: por um lado afirmando-se contra qualquer norma; por outro afirmando-se a si própria como norma. A apologia do nacionalismo, numa finíssima intuição dialéctica das relações entre indivíduo e Estado: «o homem chama-se sociedade» e por isso «todo o perigo social encerra um perigo para o indivíduo». A forma actual e corrente de sociedade é a Nação. Ou seja demonstrada a insubsistência da pura vontade autónoma, não parte Maurras para a supremacia de qualquer ser externo e opressivo, antes e justamente concebe como o ‘substractum’ próprio do homem a sua integração no todo social.</p>
<p>Junto da razão, porém, descobre o autor de «Les Amants de Venise», um elemento diverso e oposto: é o sentimento. O sentimento deve subordinar-se à razão, sem dúvida, mas não é a ela redutível, nem ambos podem unir-se em qualquer síntese superior (o paganismo de Maurras, segundo ele próprio o confessa, consiste na aceitação das dualidades antinómicas). Daí a separação, por vezes exposta em termos ambíguos e paradoxais, entre a moral e política. A primeira situa-se na ordem subjectiva, a segunda na ordem objectiva e intelectual. Na construção perfeita das coisas «a moral» torna-se «uma política suprema», pela interiorização na consciência das verdades sociais; mas tal interiorização reclama — uma crença, uma religião, e daí a aceitação pragmática da Igreja católica cuja ideia de Deus ao contrário da protestante, não constitui um perigo para a sociedade.</p>
<p>Em tudo isto se revela a grandeza e a fraqueza de Maurras: o vigor rigoroso e subtil da sua crítica, a sua ausência trágica duma metafísica que mostrasse a razão e o sentimento numa harmonia recíproca, que a ambos alicerçasse, numa sólida concepção do Mundo e que desse plenitude sistemática às suas construções políticas. Metafísica essa que só poderia ser um vasto e compreensivo Idealismo objectivo «da linha Aristóteles-S.Tomás-Hegel».</p>
<p>Tais são os princípios que inspiraram o subtil crítico do «Romantisme Féminin». À sua luz concluiu ele pela Monarquia tradicional (ditador e rei) e pelo classicismo, contra a República e contra o Romantismo. Foram estas atitudes, defendidas com uma energia a toda a prova, que o celebrizaram, criando-lhe os mais entusiásticos admiradores e os mais rancorosos inimigos.</p>
<p>Toda a sua vida serviu sem tibieza à França e ao Rei desde os longínquos artigos da «Gazete de France» até às polémicas continuadas de «l’Action Française». Abandonado e reprovado por aqueles a quem mais directamente servia a sua acção, Maurras nunca soube desanimar ou recuar. Até ao fim ele combateu os cúmplices do Kremlin, os provocadores da guerra, os falsos ‘aliados’, os que arrastaram a sua Pátria à catástrofe, até ao fim sem uma hesitação, sem um gesto de temor.</p>
<p>Hoje, o inimigo acérrimo e injusto da Alemanha, jaz num cárcere como traidor, enquanto os quatro estados confederados — judeu, mação, protestante e meteco — de novo tripudiam na pátria de S. Luís e Joana d’Arc; hoje as multidões esquecidas não recordam mais os mártires do 6 de Fevereiro, nem os de Oran e Mers-el-Kibir, e alanceadas pelo medo aglomeram-se, timidamente, em volta dum dos responsáveis pelo regresso da Democracia a terras de França. Sim, hoje jaz no cárcere Charles Maurras!</p>
<p>Mas não serão as vinganças rancorosas, nem as calúnias grosseiras, nem os uivos de insaciáveis ódios que conseguirão apagar do firamento da inteligência o brilho da sua admirável obra, nem da recordação de todos nós e a lição inexcedível e o exemplo sem par da sua acção e da sua vida.</p>
<p>***</p>
<p><em>Politique d`abord</p>
<p>Quando dizemos politique d`abord, dizemos: a política primeiro, primeiro na ordem do tempo, de modo algum na ordem da dignidade. É o mesmo que dizer que a estrada deve ser tomada antes de se chegar ao ponto terminal; a flecha e o arco devem ser pegados antes de se ferir o alvo; o meio de acção precederá o centro do destino.</p>
<p>***</p>
<p>Em política, a nossa mestra é a experiência.</p>
<p>A Monarquia</p>
<p>A necessidade da Monarquia demonstra-se como um teorema. Uma vez posta em postulado a vontade de conservar a nossa pátria francesa, tudo se encadeia, tudo se deduz num movimento inelutável.</p>
<p>A fantasia, a escolha, não têm aí cobrimento: se resolvestes ser patriotas, sereis obrigatoriamente monárquicos. Mas, se sois assim conduzidos à Monarquia, não tendes a liberdade de obliquar para o liberalismo, o democratismo ou os seus sucedâneos. A razão assim o quer. É preciso segui-la e ir até onde ela conduz.</p>
<p>O menor mal, a possibilidade do bem</p>
<p>Não sendo charlatães da Monarquia, como há charlatães da Democracia, nós nunca ensinámos que a Monarquia afasta, apenas pela sua presença, os males com que a guerra civil ou a guerra estrangeira, as epidemias físicas ou as pestes morais podem ameaçar as nações. O que dizemos é que, em países que são constituídos como a França, a Monarquia hereditária reúne não as melhores, mas as únicas condições de defesa contra estes flagelos. A Monarquia não é incapaz de erros, mas está melhor armada que qualquer outro poder para lhes fazer face, se prevenir, e em caso de desgraça regressar à verdade procedendo às reparações necessárias. Que uma brusca evolução económica se imponha, pode a Monarquia presidir a ela, senão sempre com felicidade, ao menos com um mínimo de desgastes. Se tomados por um ciclone, como a história os viu por vezes desencadearem-se, se tenta alguma revolução brutal, a passagem é menos rude, a subversão menos completa, quando ele se produz sob um chefe, sob um príncipe cuja sucessão, estando de antemão regulada, excluirá todo o conflito de competidores. Assim, em Monarquia, os interesses superiores, os mais vastos, os mais graves, estão situados numa atmosfera bastante elevada e bastante serena para que seja de esperar que o furacão chegue até lá. Se, apesar de tudo, ele lá chegar, então, tanto pior! O género humano no máximo da sua miséria sempre terá gozado do máximo de garantias possíveis. Nessa desgraça imensa, o mal seria mais frequente, mais completo e mais doloroso se o poder supremo estivesse colocado mais baixo.</p>
<p>Mesmo decaída, desmoralizada, desvairada, a Monarquia implica, ela mesma, o sentimento, e deixa após ela a noção duma responsabilidade, duma memória, duma previsão, tudo coisas de que os Parlamentos democráticos são desprovidos.</p>
<p>A Monarquia real confere à política as vantagens da personalidade humana: consciência, memória, razão, vontade; o regime republicano dissolve os seus desígnios e os seus actos numa colectividade sem nome, sem honra nem humanidade. Por isso, como a Monarquia representa naturalmente a capacidade do maior bem e do menor mal, a República representa a personalidade permanente do pior mal, do menor bem. Quanto aos elementos do mal e do bem, isso são dados que dependem das circunstâncias e dos homens: nenhum regime cria homens nem as suas circunstâncias intelectuais e morais.</p>
<p>***</p>
<p>Sim, a República é o mal, sim o mal inevitável em República. E o que nós dizemos da Monarquia é que ela é a passibilidade do bem. O bem público, impossível em República; mesmo numa Monarquia que se afaste do seu fim, o mal público permanece muito menos nocivo que em república, pois está sempre sujeito a acabar, com o mau ministro ou o mau rei, e o mal republicano, sendo inerente à República, só com ela poderá terminar.</p>
<p>***</p>
<p>Para a maior parte dos homens do séc. XIX, e hoje ainda absolutismo é sinónimo de despotismo, de poder caprichoso e ilimitado.</p>
<p>É absolutamente inexacto: poder absoluto significa exactamente poder independente; a monarquia francesa era absoluta uma vez que não dependia de nenhuma outra autoridade, nem imperial, nem parlamentar, nem popular: mas nem por isso ela deixava de ser limitada, temperada por uma multidão de instituições sociais e políticas hereditárias ou corporativas, cujos poderes próprios a impediam de sair do seu domínio e da sua função. O seu direito confinava com uma multidão de direitos que a sustinham e equilibravam. A antiga França estava eriçada de liberdades.</p>
<p>***</p>
<p>É preciso regressar a um regime que restabeleça a distinção entre Governo, encarregado de governar, e a Representação encarregada de representar.</p>
<p>***</p>
<p>A República tem a necessidade de se impor às consciências, uma vez que repousa sobre as vantagens. Ela tem necessidade do entusiasmo dos seus súbditos, que são os eleitores a que, nominalmente, constitucionalmente, têm nas suas mãos o seu destino.</p>
<p>Ao contrário, a Monarquia existe pela sua própria força suâ mole stat. Não tem necessidade de consultar a cada instante um pretenso soberano eleitor. Basta-lhe, em suma, ser tolerada, suportada, e no entanto ela tem sempre mais e melhor, precisamente porque o seu princípio não a obriga a importunar as pessoas, a ei-las a intimar constantemente a acharem-na bela.</p>
<p>A República é uma religião. A Monarquia é uma família. Esta de nada mais necessita do que a achem aceitável. Aquela exige que sigamos os seus ritos, os seus dogmas, os seus sacerdotes, os seus partidos.</p>
<p>O Rei</p>
<p>Corruptível enquanto homem, o Rei tem como Rei uma vantagem imediata e sensível em não ser corrompido: a sua regra de sensibilidade é de se mostrar insensível a tudo o que não afecte senão o particular, o seu género de interesse é o de ser naturalmente desprendido dos interesses que, abaixo dele, solicitam todos os outros: este interesse é o de se tornar independente.</p>
<p>O Rei pode-o desfazer, pode-o esquecer. Ponhamos as coisas no pior. Um espírito medíocre, um carácter fraco expõe-no ao erro e ao desprezo. Nada disso importa! O seu valor, o valor de um homem é incomparavelmente superior ao da resultante mecânica das forças, à expressão de uma diferença entre dois totais.</p>
<p>Pouco que valha o seu carácter ou o seu espírito, ainda assim ele é um carácter, um espírito, é uma carne de homem, e a sua decisão representará humanidade, enquanto que o voto de 5 contra 2 ou de 4 contra 3 representa o conflito de 5 ou de 4 forças contra 2 ou 3 outras forças. As forças podem ser, nelas mesmas, pensantes, mas o voto que as exprime não pensa: quanto a ele, não é uma decisão, um juízo, um acto corrente e motivado, tal como o desenvolve e encarna o Poder pessoal de uma autoridade consciente, nominativa, responsável.</p>
<p>***</p>
<p>Este poder julga em qualidade. Aprecia os testemunhos em lugar de contar as testemunhas.</p>
<p>Bem ou mal, é assim que ele procede, e este processo é, em si, superior ao processo de adição e subtracção.</p>
<p>Tendo interesse em saber a verdade afim de fazer justiça, ele encoraja uns, tranquiliza outros e por vezes não ouve senão um, se um só lhe parece digno de ser ouvido. Se for caso disso, ele defende-o contra as ciladas e as tentações dos poderosos. Este discernimento humano dos valores intelectuais e morais difere, como o dia da noite, do processo cego e grosseiro das democracias. A ideia de tudo reduzir a uma espécie de combate singular ou a uma batalha geral dos interesses em causa é uma regressão, reflecte sob uma força nova e muito menos bela, aqueles duelos judiciários de que os predecessores de S. Luís já se mostravam indignados.</p>
<p>Só a barbárie pode ter confiança nas soluções das maiorias e do número. A civilização faz intervir, sempre que possível, o discernimento da verdade, o culto do direito. Mas isso supõe que o Um, tomado por juiz e por chefe, se distingue das forças chamadas a ser arbitradas por ele. O soberano não é súbdito, o súbdito não é o soberano. Misturando-os, a democracia baralha tudo, complica tudo, retarda tudo, e a sua degressão devolve tudo aos mais baixos estádios do antigo passado.</em></p>
<p><a class="link" href="http://www.causanacional.net/index.php?itemid=265" target="_new"><span style="color: #996699;">FONTE</span></a></p>
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		</item>
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		<title>Mudanças? Quais mudanças?</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 18:34:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goncalvf</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Curtas]]></category>

		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Barack Obama escolheu para seu chief of staff o congressista Rahm Emanuel, filho de um terrorista do Irgun, judeu sionista e defensor acérrimo das políticas de Israel. Mudança? Qual mudança?
In Jantar das Quartas, 11 de Novembro de 2008
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Barack Obama escolheu para seu<em> chief of staff </em>o congressista Rahm Emanuel, filho de um terrorista do Irgun, judeu sionista e defensor acérrimo das políticas de Israel. Mudança? Qual mudança?<span id="more-960"></span></p>
<p>In <a href="http://jantardasquartas.blogspot.com" target="_blank"><em>Jantar das Quartas</em></a>, 11 de Novembro de 2008</p>
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		<title>Obama: cenário pessimista</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 18:31:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>goncalvf</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

		<category><![CDATA[Recortes de imprensa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.no-media.info/?p=957</guid>
		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/957/obama-cenario-pessimista"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/YapbThumbnailer.php?post_id=957&amp;w=80" width="80" height="80" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>A Revista Sábado pediu-me que, para um exercício de história-ficção, fizesse um cenário negativo da Administração Obama em 4 anos, para 2012. Daniel Oliveira ficou com o positivo. Publico aqui o meu, com alguns aditamentos, que por razões de espaço não couberam na edição da Revista de 13 de Novembro de 2008.

2012 – A MEMÓRIA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/957/obama-cenario-pessimista"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/YapbThumbnailer.php?post_id=957&amp;w=80" width="80" height="80" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><div>A Revista <strong>Sábado </strong>pediu-me que, para um exercício de história-ficção, fizesse um cenário negativo da Administração Obama em 4 anos, para 2012. Daniel Oliveira ficou com o positivo. Publico aqui o meu, com alguns aditamentos, que por razões de espaço não couberam na edição da Revista de 13 de Novembro de 2008.<br />
<strong><br />
2012 – A MEMÓRIA DA GLÓRIA<br />
</strong><br />
O Presidente Barack Obama olhou com nostalgia a foto de Grant Park, tirada no preciso momento em que soubera, pela vitória na Pensilvânia e no Ohio, que ia ser o 44º Presidente dos Estados Unidos. Tinham passado quatro anos sobre a imensa mole de americanos de todas as etnias, idades, origens e classes que ali o aclamava, com as luzes mágicas do skyline de Chic em fundo.<br />
Ele, o desconhecido, com raízes em África, na Ásia, no além-mar, em lado nenhum, era nesse dia o eleito do povo e do Destino, levando consigo os milhões de negros da América e as memórias de muitas humilhações e ofensas. Fora uma saga fantástica, uma corrida vertiginosa. Das conversas com alguns amigos e velhos routiers democráticos surgira e florescera ali, em Chicago, o projecto. Depois batera Hillary Clinton, a toda-poderosa senhora do partido, a que, à partida, parecia ter tudo – a experiência, o nome, o dinheiro, os barões. E por fim, McCain, que tinha o handy-cap de ser republicano, mas que era um herói americano, um mito nacional. Fora uma guerra renhida até que, na hora H, com McCain já próximo, o amaldiçoado-abençoado crash financeiro lhe viera consolidar a vantagem.</div>
<div><strong>A economia, estúpidos!<br />
</strong></div>
<div>Obama reconhecia a qualidade do adversário. E tinha discutido com os seus conselheiros o “factor racial”, o “efeito Bradley”, a questão da cor para os trabalhadores brancos da baixa classe média e das casas pink dos subúrbios – religiosos, preconceituosos e desconfiados – que não iriam querer um negro com ligações esquerdistas na Presidência. Mas até parte desse eleitorado ele conseguira conquistar.<br />
O crash ajudara, criando a imagem dos republicanos como especuladores forrados de milhões mal ganhos. A partir daqui, queriam lá saber que ele fosse negro e que tivesse uma agenda liberal. O que não queriam era mais republicanos. Nem mesmo McCain. E quando os congressistas do GOP chumbaram o Plano Paulson à primeira, as polls dispararam a seu favor. Até na Florida e no Ohio. Outra vez a economia: estúpidos!<br />
<strong></strong></div>
<div><strong>No princípio era o Afeganistão<br />
</strong> Isto há quatro anos. E que quatro anos… Se a desgraça de George W. Bush começara no Iraque, com Paul Bremer e com os marines em Bagdad transformados em polícias, a dele, Obama, dera-se nas montanhas do Afeganistão. Apesar dos conselhos dos que lhe diziam que “o Afeganistão nem sequer era um país”, e que deixasse “os senhores da guerra tomar conta das coisas”, o peso dos intervencionistas democráticos e as suas próprias promessas levaram-no a reforçar a operação Afeganistão: a “boa guerra”. Os 35.000 homens que ali encontrara em 2008 passariam a 70.000 em 2009 e depois a 100.000.<br />
Sem sucesso. Os talibãs continuavam a emboscar as tropas da NATO – (ou seja, os americanos, já que os aliados tinham deixado há muito de sair dos quartéis). E os europeus manifestaram-se logo que as baixas começaram a subir: “Se os mortos das guerras coloniais nos fizeram sair dos nossos impérios, por que diabo vamos morrer agora para o Afeganistão?”<br />
A intenção de retirar do Iraque levara os locais a realinhar fidelidades: ao quebrar-se o equilíbrio que os americanos mantinham, os shiitas tinham recomeçado as hostilidades com os sunitas; no Norte, os curdos, sentindo-se em risco, tinham feito os seus jogos – com Israel, com os sunitas – enervando os turcos, que tinham invadido e ocupado Erbil.<br />
A Al-Qaeda, contida pela aliança dos americanos com os chefes tribais, tinha voltado ao ataque. Em Bagdad, como em 2005 e 2006, voltavam a rebentar diariamente carros armadilhados.<br />
Por isso tivera que parar a retirada para esta não parecer uma fuga, um risco acrescido para as suas tropas. E para a retirada correr bem era necessário reforçar e reordenar o dispositivo no terreno. O General Petraeus pedira a demissão e tornara-se um Wesley Clarck republicano, intervindo por todo o lado contra a administração. Não matava mas moía.<br />
De resto o Médio Oriente continuava o mesmo vespeiro que sempre fora. Obama escolhera a diplomacia pessoal, tentando, como Carter, “levar os homens de boa vontade à mesa das negociações”, mas percebia agora o que o seu conselheiro Zibgnew Brezinsky lhe repetira: “Presidente, para os radicais é indiferente ser o Senhor ou o Dick Cheney. Eles querem é ganhar!”. E não havia muitos homens de boa vontade naquelas terras Santas…<br />
<strong></strong></div>
<div><strong>Mais terrorismo<br />
</strong> Os terroristas escalavam. Em 2009, um míssil atingira um avião da Continental, na descolagem de Fiumicino; em 2010, tinham sido ataques nas capitais da NATO que mantinham tropas em Cabul; gases venenosos, terrorismo indiscriminado – nos metropolitanos, nos comboios, até contra um cruzeiro de reformados, nas Caraíbas. E com o gás sarin em S. Francisco fora o pior. Tudo isto apesar de ter assinado Kyoto, encerrado Guantanamo, de ter visitado a Palestina, de ter conversado como os ayatollas, com Chávez, Castro e Mugabe. Mas pouco ou nada acontecera. Chávez tinha como ponto de honra desafiar os gringos, fossem brancos, negros ou latinos e Mugabe era um autocrata mitómano e atrevera-se – o velho gagá – a chamar-lhe Uncle Tom!<br />
A “Liga das Democracias”, uma ideia de Susan Parker e Anthony Lake trouxera-lhe a hostilidade de russos, de chineses e de autocratas de todos os credos. E os aliados europeus, apesar de enaltecerem a “boa governança”, “os direitos humanos”, a “transparência”, embatucavam quando tocava à aplicação de medidas: porque os autocratas russos, chineses e médio-orientais vendiam-lhes a energia, compravam-lhes os aviões, capitalizavam-lhes as empresas. E tinham, com os sovereign funds, comprado Detroit e metade de Wall Street.<br />
Porque a economia era outro calvário: herdara uma gigantesca dívida, da subprime, dos junk bonds, das financeiras falidas, dos bancos à beira do colapso, dos banqueiros orfãos. Por isso os planos ambiciosos quanto à saúde, à educação, à segurança social – os pontos de honra da sua campanha – tinham sido comprometidos. Os conselheiros – entre outros, Paul Volcker, o Presidente do FED de Reagan e Warren Buffet, o homem mais rico do mundo –faziam coro: devia governar ao centro, como toda a gente na América, por muito que custasse ao seu núcleo histórico. E por isso tinha os seus à porta e a protestar.<br />
<strong></strong></div>
<div><strong>Com amigos destes…<br />
</strong> Como os que queriam nacionalizar a indústria automóvel, para não ir para os árabes. E o dinheiro? Ou o Barney Frank, o senador gay assumido, que queria cortar o orçamento militar em 25%. E o Afeganistão? E que diriam os generais? E louco do o John Conyers, do House Judiciary que, como os esquerdistas europeus, queria julgar Bush por crimes de guerra!<br />
Nenhum destes feudais do seu partido, advogados de interesses “liberais”, lhe tinha dado descanso. Era a mesma gente que tinha complicado as políticas de Carter e de Clinton. Só que ele, Obama, não estava disposto a deixar que lhe fizessem a cama e a agenda.<br />
Depois de seis meses de graça, a sua presidência fora difícil. Que saudades do yes we can! da campanha – um raid bem planeado, com novas tecnologias, com voluntários, muito dinheiro, três vezes o de McCain, que era o “candidato dos ricos”!<br />
Mas governar era escolher, e escolher na margem dos fifty-fifty de vantagens e desvantagens. E escolher depressa, num país com 300 milhões de pessoas, grandes interesses opostos e agendas polémicas, como a energia e o ambiente. E a defesa contra um terrorismo que pouco tinha a ver com a pobreza dos árabes ou os métodos da CIA, mas mais com visões, fobias, interesses, ódios antigos, expectativas frustradas, humilhações – com a vida.<br />
Não se podia satisfazer a todos quando se tinha que decidir: os primeiros desiludidos tinham sido alguns dos seus iniciais apoiantes radicais: como Frank e Conyers, como aqueles académicos e jovens brancos liberais, que achavam que a América devia ser uma espécie de ONG, sem exército, sem forças armadas, só mesmo soft power. E os seus simpatizantes europeus que lhe enviavam mensagens de desilusão – como o antigo presidente português Soares que lhe enviara um telegrama “Trés désilusioné avec Vous, si j’était américain je ne voteais pás plus pour Vous”. Ou o venerando Prémio Nobel, José Saramago, também português, que lhe retirara o seu apoio, quando ele reforçou o Afeganistão e ofereceu dobrar o prémio pela cabeça de Ben Laden. “Saramago, Soares, who cares?”, dissera-lhe o Rahn Emanuel… Verdade, preocupavam-no, a sério, outras coisas…<br />
<strong></strong></div>
<p><strong>Meditação final<br />
</strong> Voltou a olhar os últimos indicadores. O seu adversário, Arnold Schwartzeneger, governador da Califórnia, estava na frente: além de ter reconquistado todo o território vermelho do Sul e Middle-West, entrara em força no Nordeste industrial – na Pensilvânia, no Ohio, no Wisconsin. E era capaz de levar a Califórnia. Oprah Winfred (sim, também a fiel Oprah) acabara de entrevistar o ex-Conan numa longa peça apologética. Até os afro-americanos estavam agora a fragilizar o seu apoio. Sobretudo os religiosos – muitos – que não alinhavam na agenda dos costumes e votavam os referendos estaduais contra o gay-marriage e a adopção por homossexuais. E soubera que até no Quénia, em Nairobi, havia um movimento popular para retirar o seu nome das placas das ruas e praças do país. A razão invocada é que não beneficiara os seus, que era ingrato, como qualquer branco ou colonialista!<br />
Os católicos também estavam contra as políticas da família e a agenda progressista; como os latinos, decisivos no Novo México, Colorado e Florida.<br />
Pensou, com alguma simpatia, no seu antecessor George W… Também se devia ter sentido assim, sozinho, humilhado, abandonado. Não era mau tipo, com o seu ar de filho-família entre o atento e o admirado. A culpa era mesmo capaz de ter sido do Cheney e dos neocons. Que agora – e eram dos últimos e dos únicos – o apoiavam no Afeganistão. Deus o ajudasse!</p>
<p>P.S. Desafiado para fazer o cenário “mau”, aceitei. Mas espero, para bem de todos, que qualquer semelhança com a realidade seja pura coincidência.<br />
<a href="http://ofuturopresente.blogspot.com/2008/11/obama-cenrio-pessimista.html" target="_blank">Revista Sábado, 11 de Novembro 2008</a></p>
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		<title>Barak Hussein Obama Um grande perigo para a América e para o Mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 02:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>viktortora</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/942/barak-hussein-obama-um-grande-perigo-para-a-america-e-para-o-mundo"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/obama_israel.4idkoe63s3acokk8og8wc8ccc.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="35" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>Os americanos já suportaram muito o George Bush. As últimas sondagens mostram um nível de aprovação do seu mandato na casa dos 22%, provavelmente o mais baixo de todos os presidentes da história americana. Na Europa, no Médio Oriente e no resto do mundo George Bush é talvez o presidente mais odiado da em toda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/942/barak-hussein-obama-um-grande-perigo-para-a-america-e-para-o-mundo"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/cache/obama_israel.4idkoe63s3acokk8og8wc8ccc.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="35" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Os americanos já suportaram muito o George Bush. As últimas sondagens mostram um nível de aprovação do seu mandato na casa dos 22%, provavelmente o mais baixo de todos os presidentes da história americana. Na Europa, no Médio Oriente e no resto do mundo George Bush é talvez o presidente mais odiado da em toda a história dos Estados Unidos. Como qualquer observador astuto sabe, a politica externa americana está completamente nas mãos do lobby extremista judeu, que fizeram da diplomacia e da guerra pura, simplesmente uma extensão de grande parte dos elementos judeus radicais em Israel e em todo o mundo. O mais poderoso lobby de Washington, com muito mais peso que qualquer outro é a AIPAC (Comité Israel americano para os assuntos públicos) ajudado pelos meios de comunicação que possui e pela influencia financeira, têm sido capazes de ditar a politica para o Médio Oriente que faz parte dos objectivos mundiais de Israel.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Muitos americanos têm agora consciência que a guerra do Iraque foi completamente fabricada por Israel. Que viram que o Iraque era no fundo o seu maior inimigo. Foram capazes de transformar um Hussein aliado da América, comprador de milhares de dólares em armas, num inimigo. Os meios de comunicação admitiram casualmente que os orquestradores da guerra foram Richard Perle e Paul Wolfowitz. Muito antes da guerra Perle e outros neoconservadores judeus escreveram um memorando juntamente com Benjamin Netanyahu em que o governo israelita propõe uma guerra contra o Iraque a Síria e o Irão.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Os grandes desavergonhados dos editores sionistas do NY Times e do Washington Post, não nos disseram que era guerra era necessária para defender os interesses de Israel, não, disseram uma grande mentira de que Saddam tinha armas de destruição massiva e que desta forma podia ser um perigo para os Estados Unidos. Na verdade o verdadeiro perigo é o controle da nossa politica pelos Neocoms que causaram a morte a mutilação a dezenas de milhares de americanos no Iraque e no Afeganistão e um gasto final de biliões de dólares que se traduziram numa dura pressão para o povo americano. Pode-se argumentar sem contradição, que o apoio continuado á supremacia do estado judeu em Israel tem sido o maior factor do aumento do terror no ultimo meio século.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Todo o mundo vê MacCain como alguém que continuara com a política Neocon judia de George Bush. Sem duvida os meios de comunicação souberam retratar Obama como uma voz fresca, o candidato anti guerra. Sem dúvida que Obama afirmou que vai implementar o seu plano de retirada do Iraque no mesmo momento que prometeu um aumento militar no Afeganistão e ameaçou o Irão com a aniquilação nuclear. Trata-se sem dúvida de um candidato anti guerra?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">A santificação de Obama como presidente já teve início. A revista Rolling Stone até já chegou a afirmar “ as mudanças na América chegaram como ‘the better angels of our nature”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">De facto Obama representa as mesmas politicas que George Bush e John MacCain. A única diferença é que é muito mais perigoso, porque a América e o mundo já tinham as devidas cautelas em relação a Bush e a MacCain, Obama certamente que Obama porá de inicio um novo rosto para os Estados Unidos e para mundo no que toca à gurra económica, um Armagedon ( a ultima batalha). Não vemos Obama como um Neocon, no entanto ajoelha-se ante a AIPAC de igual modo que Bush e MacCain. a ultima vez que verifiquei as informações da Comissão Federal sobre a campanha de obama, pude verificar que o maior contribuinte eram os criminosos da Goldman Sachs da Wall Street. Obama não é uma agente de mudança é uma cara velha num novo rosto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"><a href="http://www.davidduke.com/general/obama-an-enormous-danger-to-america-and-the-world_5369.html#more-5369">http://www.davidduke.com/general/obama-an-enormous-danger-to-america-and-the-world_5369.html#more-5369</a></span></p>
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		<title>Obamania</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Nov 2008 17:52:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>viktortora</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[A média e os formadores de opinião ao serviço sistema, pretendem fazer querer que alguma coisa vai mudar com Obama.
Acreditar nesta mentira é um constitui um erro que só vai reforçar e branquear o regime e sistema que nos últimos anos tão mal tem tomado conta do mundo.
Dois dos grandes mentores de Obama os Senadores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A média e os formadores de opinião ao serviço sistema, pretendem fazer querer que alguma coisa vai mudar com Obama.<br />
Acreditar nesta mentira é um constitui um erro que só vai reforçar e branquear o regime e sistema que nos últimos anos tão mal tem tomado conta do mundo.<br />
Dois dos grandes mentores de Obama os Senadores Richard Lugar e Joseph Biden têm participado nas conferencias secretas do Grupo Bilderberg, portanto Obama já há muito vem trabalhando segundo as instruções deste grupo e concretamente para fazer aprovar um imposto no Senado, que futuramente seria alargado a nível mundial e que se destinaria a apoiar acções deste sinistro grupo.<br />
Por outro lado fora algumas operações de cosmética este candidato à presidência norte americana ainda não se demarcou das políticas imperialistas do estado que governa o mundo. Podemos ter menos soldados no Iraque para serem transferidos para o Afeganistão. Vamos ter certamente o apelo a uma maior participação da Europa nos diversos cenários de guerra. Resumindo mudam as personagens mas o guião mantém-se.<br />
Obama é um sedutor, mas ele como Maccain defenderá sempre os interesses do seu país em primeiro lugar.<br />
Pode até incluir no seu discurso algumas questões sociais, mas não tenhamos ilusões ele foi escolhido e financiado por grandes lobbys financeiros.<br />
Muitos, dentro e fora dos EUA, perguntam o que Obama de facto vai querer fazer caso agora que chegou à Casa Branca. Outros, mais sagazes, indagam o que ele vai poder fazer, já que o &#8216;&#8217;sistema&#8221; existe e tem enorme força. São duas boas perguntas, visto estarmos perante um sistema político tão asqueroso como o americano.<br />
Obama é e será mais um fantoche do sistema, desta vez o fantoche é negro para variar e baralhar e se lhe passar sequer pelo pensamento alterar alguma coisa o seu destino será imediatamente traçado. Mas não tenhamos ilusões, o que vai mudar é simplesmente a cor.<br />
O entendimento de Obama como presidente dos Estados Unidos não é possível sem o entendimento das exigências de um sistema essencialmente de poder não alterado, com efeito, um grande jogo dos media. Durante as eleições Obama fez duas importantes declarações. A primeira foi na conferência do American Israel Public Affairs Committee (Aipac), o lobby sionista, o qual, como destacou Ian Williams, &#8220;conseguirá que você seja acusado de anti-semitismo mesmo que tenha citado o sítio web de onde retirou o que escreveu&#8221;. Obama já efectuou a sua genuflexão, mas dia 4 de Junho foi mais além. Ele prometeu apoiar uma &#8220;Jerusalém não dividida&#8221; como capital de Israel. Nem um único governo sobre a terra apoia a anexação israelita de toda a Jerusalém, incluindo o regime Bush, o qual reconhece a resolução da ONU que designa Jerusalém como cidade internacional.•<br />
A sua segunda declaração, amplamente ignorada, foi feita em Miami a 23 de Maio. Ao falar à comunidade cubana expatriada – a qual ao longo de anos produziu dedicadamente terroristas, assassinos e traficantes de drogas para administrações americanas, Obama prometeu continuar o feroz embargo a Cuba que ano após ano tem sido declarado ilegal pelas Nações Unidas.<br />
Convém também recordar que 77% do eleitorado afecto aos judeus americanos votou em Obama (a orientação sionista deste eleitorado é bem conhecida). A escolha de <a class="link" href="http://www.google.com.ar/search?hs=5C7&amp;hl=es&amp;client=firefox-a&amp;rls=org.mozilla%3Aes-AR%3Aofficial&amp;q=mossad+Rahm+Emanuel&amp;btnG=B%C3%BAsqueda&amp;meta=" target="_new"><span style="color: #5588aa;">Rahm Emanuel</span></a> como chefe de gabinete, um dos cargos mais elevados na hierarquia do estado norte-americano, considerado por muitos, superior ao do vice-presidente, ainda é mais significativa. O titular deste cargo exerce uma forte influência na orientação politica do presidente. O escolhido tem fortes ligações ao sionismo mais extremista, tendo mesmo escolhido servir voluntariamente como auxiliar das Forças Armadas Israelitas e que o jornal israelita Haaretz, considera como uma conterrâneo.<br />
Já é tempo de os racionalizadores de desejos crescerem politicamente e debaterem o mundo da grande potência tal como ela é, não como eles gostariam que fosse. Tal como todos os candidatos presidenciais sérios, no passado e no presente, Obama é um falcão e um expansionista. Ele vem de uma tradição ininterrupta do Partido Democrata, como demonstram os presidentes promotores da guerra Truman, Kennedy, Johnson, Carter e Clinton. A diferença de Obama pode ser a de que ele sinta uma necessidade ainda maior de mostrar quão duro é. Por muito que a cor da sua pele influencie tanto racistas como apoiantes, isso de qualquer forma é irrelevante para o jogo da grande potência. O &#8220;momento verdadeiramente excitante e histórico na história do EUA&#8221; só ocorrerá quando o próprio jogo for contestado. Não tenhamos ilusões o mundo só terá paz só terá a justiça social a que tanto anseia quando Washington como Cartago cair finalmente aos pés de todos os aqueles que invade e oprime militar e financeiramente</p>
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		<title>O guia de Mike para as eleições</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 17:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>viktortora</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/911/o-guia-de-mike-para-as-eleicoes"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/YapbThumbnailer.php?post_id=911&amp;w=80" width="80" height="53" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>O último livro de Michael Moore, publicado este ano nos EUA, tem como título original “O guia de Mike para as eleições”.
Reproduzo para vocês alguns dos melhores momentos do livro. O primeiro, a verdadeira história da prisão de McCain no Vietname:
“John McCain participou como piloto de guerra de 23 bombardeios sobre o Vietname do Norte&#8230;” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/911/o-guia-de-mike-para-as-eleicoes"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/plugins/yet-another-photoblog/YapbThumbnailer.php?post_id=911&amp;w=80" width="80" height="53" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><p>O último livro de Michael Moore, publicado este ano nos EUA, tem como título original “O guia de Mike para as eleições”.</p>
<p>Reproduzo para vocês alguns dos melhores momentos do livro. O primeiro, a verdadeira história da prisão de McCain no Vietname:</p>
<p>“John McCain participou como piloto de guerra de 23 bombardeios sobre o Vietname do Norte&#8230;” Nessas ações, “as forças americanas realizaram 307vôos de combate e lançaram 643.000 toneladas de bombas no território vietnamita (aproximadamente as mesmas toneladas que foram lançadas no Pacífico durante toda a Segunda Guerra Mundial).” “Isso representa mais de um 11 de Setembro por mês e tudo isto durante 44 meses.”</p>
<p>“No seu livro Faith of our Fathers, McCain lamenta que só lhe deixaram bombardear instalações militares, estradas e centrais eléctricas. Na sua opinião essas restrições eram “ilógicas” e “não tinham sentido””. “Em 26 de Outubro de 1967, McCain, que pilotava seu Skyhawk A-4, foi atingido pela artilharia antiaérea dos norte-vietnamitas no momento em que disparava um míssil não contra um objectivo militar, nem contra uma unidade do exército, nem contra um bunker, mas contra uma estação geradora de electricidade que abastecia a alguns bairros. O objectivo, segundo o próprio McCain, estava numa “zona de Hanói densamente povoada”.Um avião aparece no céu e descarrega uma chuva de mísseis numa zona muito povoada da capital de um país.”</p>
<p>“O avião de Mc Cain caiu num lago não muito longe do palácio presidencial. Com três fracturas, ele estava a afogar-se e vários civis que estavam nas margens, jogaram-se à água para salvá-lo. Mais ou menos o que faria MacCain com alguém que tivesse acabado de bombardear seu povo?”</p>
]]></content:encoded>
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		<title>EUA/Eleições: Presidente negro contribuiria para ego de África - analistas africanos</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Nov 2008 23:51:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>viktortora</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Curtas]]></category>

		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[A eleição de um presidente negro nos Estados Unidos traria maior ego para os africanos, mas poucos acreditam numa mudança substancial da política para África.
Já a eleição de um presidente branco não podia fazer crescer o ego da comunidade porque isso era logo considerado racismo, no entanto alguns brancos burros pensam que vão haver mudanças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A eleição de um presidente negro nos Estados Unidos traria maior ego para os africanos, mas poucos acreditam numa mudança substancial da política para África.<span id="more-907"></span><br />
Já a eleição de um presidente branco não podia fazer crescer o ego da comunidade porque isso era logo considerado racismo, no entanto alguns brancos burros pensam que vão haver mudanças na política norte americana se Obama ganhar.</p>
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