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	<title>no-media // portugal &#187; Política</title>
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		<title>Quão livres nos mantemos?</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 08:26:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/1460/quao-livres-nos-mantemos" title="Quão livres nos mantemos?"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/uploads/yapb_cache/25deabril.cvuj7swwvyo8kow40coks0k4g.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="106" alt="Quão livres nos mantemos?" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>Comemorado o 36º aniversário do 25 de Abril, em que ponto se encontra a nossa liberdade? É um balanço que muito poucos têm feito, alarmante para os poucos que o fazem. No que diz respeito ao campo partidário, Portugal é dos países europeus onde mais exigências se fazem para a fundação de um novo partido, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/1460/quao-livres-nos-mantemos" title="Quão livres nos mantemos?"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/uploads/yapb_cache/25deabril.cvuj7swwvyo8kow40coks0k4g.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="106" alt="Quão livres nos mantemos?" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><p>Comemorado o 36º aniversário do 25 de Abril, em que ponto se encontra a nossa liberdade? É um balanço que muito poucos têm feito, alarmante para os poucos que o fazem. No que diz respeito ao campo partidário, Portugal é dos países europeus onde mais exigências se fazem para a fundação de um novo partido, é verdade que isso evita que surjam entre nós partidos tão folclóricos como o Partido da Cerveja (comum em muitas nações europeias) ou o Partido Anarquista Pogo (partido existente na Suíça, na Áustria e na Alemanha com propósito humorístico), mas evita também que surjam partidos legítimos, com ideias novas.</p>
<p>No que toca à liberdade de imprensa, embora pontualmente surjam casos mediáticos como o de Mário Crespo, não existe qualquer regulação política. Contudo, a comunicação social de massas encontra-se dependente de duas prerrogativas: 1) é preciso manter a publicidade milionária que mantém os jornais, afinal estamos num país no qual os hábitos de leitura são quase inexistentes; 2) para manter a dita publicidade há que evitar irritar ou provocar os anunciantes e fazer com que a publicação venda mais que os concorrentes, logo a opção é captar a atenção do potencial leitor, chocar em vez de informar. Hoje, como antes, a imprensa local e regional é a que maior liberdade detém.</p>
<p>Agora passemos ao crucial, pelo menos o que nos tem preocupado, aos poucos que se têm dado ao trabalho de analisar as novas leis europeias, nem mencionarei aqui as quotas recentemente impostas à Polícia de Segurança Pública, prefiro nem pensar o que poderá acontecer quando, chegando perto do final do prazo para as cumprir, esta opte por deter e multar ao desbarato só para as cumprir. Pois bem, passemos então às leis europeias, que têm primazia sobre as leis nacionais. Curioso que todas as medidas mais “radicais” da famosa Constituição Europeia constem dos anexos, e não do corpo da própria Constituição (ou Tratado de Lisboa, como foi rebaptizada para ser aprovada sem recurso a referendo).</p>
<p>Liberdade de expressão e de informação: esta passa a poder ser sujeita a diversas formalidades, condições e restrições, de entre elas destaco “a defesa da ordem” e a “protecção da moral”, a “protecção da reputação” (caso já estivesse em vigor, sempre nos tinha poupado do triste espectáculo do processo da Casa Pia) e “impedir a divulgação de informações confidenciais” (os jornalistas de investigação bem se podem reformar, as negociatas e as corrupções por norma são confidenciais, logo mais vale dedicarem-se à pesca). Estes são só alguns pontos que realço de uma lista maior.</p>
<p>No que diz respeito à vigilância, é permitida também a vigilância dos cidadãos europeus – nos quais, portugueses e açorianos, nos incluímos – por razões de “segurança nacional (…) defesa da ordem (…) protecção da moral”. PIDE quanto baste, dirão alguns, vago o suficiente para sermos todos, ou quase, vigiados por uma qualquer polícia dos costumes.</p>
<p>Aliás, o ponto anterior é reforçado noutro ponto que permite a detenção de quaisquer cidadãos sob suspeita de uma possível infracção e, numeram no anexo 12, pessoas consideradas &#8220;contagiosas&#8221;, &#8220;alienadas&#8221;, &#8220;toxicómanas&#8221; ou &#8220;vagabundos&#8221;!!!??</p>
<p>Finalmente, a União Europeia na qual, individualmente, nenhum dos países membros mantém a pena de morte como punição, um exemplo humanista como há poucos, é a mesma UE que, por intermédio do Tratado de Lisboa, reintroduz a pena de morte em todos os países membros… Isso mesmo, “em caso de sublevação, insurreição ou ameaça de guerra” passa a ser aplicada a pena de morte! Será considerada uma insurreição quando um país decida abandonar a União Europeia? Uma greve, como a que houve dos camionistas, que paralise o país será considerada uma sublevação? Esperemos que não. É só o que podemos fazer.</p>
<p>Há também uma cláusula interessante sobre a requisição de qualquer cidadão para trabalhos forçados como “parte das obrigações cívicas normais”.</p>
<p>Poderemos manter as liberdades de Abril sem abandonar a União Europeia?<br />
<em><br />
<a href="http://www.jornalincentivo.com/">Incentivo</a></em><br />
26 de Abril, 2010</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quanto custa uma bandeira?</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 08:24:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/1458/quanto-custa-uma-bandeira" title="Quanto custa uma bandeira?"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/uploads/yapb_cache/valenca.5j3ilibl0oow4oc4cwk0ck48o.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="38" alt="Quanto custa uma bandeira?" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>Creio que a maior parte da população nacional, mesmo entre aqueles que ainda pensam em Portugal como sendo uma Pátria de pleno direito e não como uma mera região administrativa dos Estados Unidos da Europa, não se apercebeu plenamente do risco inerente dos últimos actos, espero que irreflectidos, ocorridos em Valença. Uma “comissão de utentes” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/1458/quanto-custa-uma-bandeira" title="Quanto custa uma bandeira?"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/uploads/yapb_cache/valenca.5j3ilibl0oow4oc4cwk0ck48o.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="38" alt="Quanto custa uma bandeira?" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><p>Creio que a maior parte da população nacional, mesmo entre aqueles que ainda pensam em Portugal como sendo uma Pátria de pleno direito e não como uma mera região administrativa dos Estados Unidos da Europa, não se apercebeu plenamente do risco inerente dos últimos actos, espero que irreflectidos, ocorridos em Valença.</p>
<p>Uma “comissão de utentes” insatisfeitos com o encerramento do Serviço de Atendimento Permanente por parte do governo português decidiu demonstrar o seu descontentamento adquirindo, desconhecemos precisamente onde, mil bandeiras espanholas e hasteá-las por toda a cidade, a começar pela fortaleza local.</p>
<p>E se é certo que compreendemos a legítima indignação da população valenciana, escusado será dizer que os sectores espanhóis mais entusiastas da anexação de Portugal – e como conferencista habitual, quer de entidades de esquerda, quer de direita, nas terras de sua majestade Juan Carlos, estou plenamente a par da transversalidade de tal sentimento – ficaram deliciados com tamanho desprezo para com a nossa independência.</p>
<div>Transversal legado franquista?</div>
<p>Já em 1940 o ditador espanhol, Francisco Franco, pedira ao seu Estado Maior que elaborasse um plano para a invasão de Portugal, estes factos deveriam estar relativamente frescos na mente do público português uma vez que ainda no ano passado foi publicada a obra “A Grande Tentação: Os Planos de Franco Para Invadir Portugal”, da autoria de Manuel Rós Agudo, pela Casa das Letras.</p>
<p>Em diversos órgãos iberistas, na ausência de um termo geopolítico mais correcto – dado que pelo termo iberismo se subentende a posterior existência de uma qualquer federação de nações ibéricas enquanto que na eventualidade de uma anexação passaríamos a ser uma província do Reino de Espanha, logo o termo não é o mais correcto – a euforia não podia ser maior, o periódico Minuto Digital vangloriava-se com a manchete “Portugueses salen a la calle al grito de ¡Viva España!”, que nem me dignarei a traduzir, enquanto que no fórum Hispanismo, frequentado quer por franquistas espanhóis quer por ‘portugueses’ defensores de uma integração no Reino da Espanha, os ânimos estavam em alta com diversos utilizadores a recordar que já nem em Barcelona se assiste a tal fervor ‘patriótico’ espanholista, salvo quando joga a selecção (aparentemente, um mal semelhante ao nosso).</p>
<p>Para os leitores que tenham dúvidas acerca do igual fervor iberista por parte da esquerda espanhola, e deste poder ser de igual modo um legado franquista, gostaria de vos chamar a atenção para uma obra ainda inédita em Portugal, “Yo Tenía Un Camarada”, da autoria de César Alonso de los Rios, publicado pela Áltera em 2007, em cujo esclarecedor trabalho ficamos a par do passado de muitos dos principais intelectuais de esquerda espanhóis, franquistas convictos no anterior regime, socialistas e antifascistas credenciados na actual democracia monárquica.</p>
<p>Conclui-se pois que, no que toca ao entusiasmo de voltar a ver Portugal como mera província do Reino de Espanha, a transversalidade da extrema-esquerda à extrema-direita origina numa mesma escola partilhada no anterior regime é certo, mas também dum desejo recalcado que conta já com algumas centenas de anos.</p>
<div>Espanha avança!</div>
<p>Caso a coisa tivesse morrido por aqui, com a Guarda Nacional Republicana a velar somente para que não se hasteassem bandeiras espanholas nos edifícios públicos, um ultraje punido com dois anos de prisão, não haveriam quaisquer consequências de maior.</p>
<p>Por mais que possamos compreender a legítima indignação da população para com o Estado português pelo encerramento do SAP, tamanho protesto irreflectido – embora dada a quantidade de bandeiras reunidas em tão pouco tempo, o protesto aparente ser o resultado de uma prévia planificação – indicia, aos sectores iberistas dispersos por toda a administração civil e pelas Forças Armadas, uma certa receptividade. Recordo que já em 2006 o resultado de uma sondagem, de acordo com o semanário Sol, demonstrava que 28% dos portugueses, note-se que se trata de mais de um quarto da nossa população, preferiam ser espanhóis.</p>
<p>Acontece que a coisa não morreu por aqui, no passado dia 8 a Lusa anunciou uma preocupante novidade: com base num acordo celebrado entre o governo de José Sócrates e o reino espanhol na Cimeira Ibérica de Zamora, em Janeiro do ano passado, publicado na edição de 19 de Março do Diário da República, uma associação constituída por cinco municípios do Alto Minho e dezasseis municípios galegos, anunciaram que irão avançar com um estudo que possibilite a utilização dos serviços de saúde transfronteiriços.</p>
<p>O alcaide de Tui, do outro lado da fronteira, prestou-se a oferecer aos cidadãos portugueses o usufruto do Centro de Saúde do lado espanhol da fronteira, no qual tampouco é necessário o pagamento de quaisquer taxas moderadoras, tendo inclusive prometido um reforço de médicos e restante pessoal auxiliar.</p>
<div>Suicídio geopolítico?</div>
<p>Fazendo eu parte de uma inclinação geopolítica que defende o correcto reconhecimento da Galiza como nação lusófona com direito a assento na CPLP, estou plenamente consciente que a actual situação desencadeou um risco que nenhum de nós ponderara: a utilização da Galiza como porta de entrada do espanholismo. Não foram bandeiras galegas as hasteadas em Valença, foram bandeiras do Reino de Espanha. Os próprios galegos quando protestam possuem bandeira própria, não hasteiam a bandeira da monarquia espanhola. Como referiu ao JN um turista galego que se encontrava em Valença aparentemente avesso ao protesto dos locais, “por coisa nenhuma poria uma bandeira portuguesa hasteada em casa”.</p>
<p>Caso os valencianos desconheçam porque razões chegaram a tamanho desespero, permitam-me partilhar convosco os resultados das últimas legislativas: PPD/PSD – 37,45% dos votos expressos, PS – 35,17%. E vejamos as anteriores, em 2005: PS – 44,06% dos votos expressos, PPD/PSD – 34,92%.</p>
<p>E fico-me por aqui. Caríssimos conterrâneos, compreendo a vossa indignação, mas não seria mais fácil deixar de votar nos do costume do que renegar a nacionalidade do mais antigo Estado-Nação europeu hasteando um milhar de bandeiras de uma potência estrangeira?</p>
<p><em><a href="http://jornalodiabo.blogspot.com/">O Diabo</a></em><br />
13 de Abril, 2010</p>
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		<title>Valença e as bandeiras espanholas</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 14:07:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não tenho a menor dúvida em dar razão às pessoas de Valença, que protestam contra o encerramento do seu serviço de saúde. Considero mesmo criminoso que o Estado abandone as populações de fronteira e vire as costas aos portugueses que vivem em todas as portas de entrada (e de saída) do País. Mas daí a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não tenho a menor dúvida em dar razão às pessoas de Valença, que protestam contra o encerramento do seu serviço de saúde. Considero mesmo criminoso que o Estado abandone as populações de fronteira e vire as costas aos portugueses que vivem em todas as portas de entrada (e de saída) do País.<span id="more-1438"></span></p>
<p>Mas daí a solidarizar &#8211; me com as bandeiras espanholas vai um passo do tamanho do planeta. Tenho as maiores dúvidas que do lado de lá da fronteira pegassem em bandeiras portuguesas, para protestarem contra o governo espanhol. Mesmo não gostando de Castela.</p>
<p>É um sinal dos tempos que correm. E um sinal grave e preocupante. Houve épocas em que as populações enfrentavam o poder, ainda que isso lhes pudesse custar a vida ou implicasse a prisão. Hoje erguem bandeiras de outro Estado. Lamento &#8211; o e critico -o. Faço aqui a critica e fá-la-ei brevemente em Valença, dando a cara perante as pessoas cuja acção agora contesto.</p>
<p>Se algo está mal temos direito à revolta, a iniciar protestos, a fazer revoluções, mas nunca a virar as costas à Pátria a que pertencemos. E a Pátria é muito mais do que governos e não se confunde com primeiros &#8211; ministros.</p>
<p><a href="http://arevoltapt.blogspot.com" target="_blank">http://arevoltapt.blogspot.com</a></p>
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		<title>O mais recente Bilderberg do PSD</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 14:04:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rangel convidado por Balsemão para encontro do grupo Bilderberg, pode ler-se no comunicado da Lusa reproduzido no IOL Diário. Para aqueles que não estão a par do que se trata, aconselho-vos a leitura do livro Toda a Verdade Sobre o Clube Bilderberg do meu conhecido Daniel Estulin (numas longas e merecidas férias desde que foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diario.iol.pt/politica/balsemao-rangel-paulo-rangel-tvi24-bilderberg/1150218-4072.html">Rangel convidado por Balsemão para encontro do grupo Bilderberg</a>, pode ler-se no comunicado da Lusa reproduzido no IOL Diário. Para aqueles que não estão a par do que se trata, aconselho-vos a leitura do livro <a href="http://www.europa-america.pt/product_info.php?products_id=5600">Toda a Verdade Sobre o Clube Bilderberg</a> do meu conhecido <a href="http://danielestulin.com/">Daniel Estulin</a> <span id="more-1434"></span>(numas longas e merecidas férias desde que foi pai de gémeos) enquanto não chega às lojas o muito aguardado, pelo menos por mim, Diários Bilderberg do veterano <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jim_Tucker_%28journalist%29">James P. Tucker</a>, pela chancela da <a href="http://antagonistaeditora.blogspot.com/">Antagonista Editor</a><a href="http://antagonistaeditora.blogspot.com/">a</a>, o jornalista que tem desde sempre perseguido o Clube Bilderberg, reunião após reunião. Aconselho também a leitura de <a href="http://cruxe.canal-alfa.net/blog/cultura/eu-sei-que-voce-sabe.html">Eu Sei Que Você Sabe</a> editado pelas Edições Polvo, da autoria de <a href="http://paramimtantofaz.blogspot.com/">Frederico Duarte Carvalho</a>.</p>
<p><a href="http://admiravelmundonovo-1984.blogspot.com" target="_blank">http://admiravelmundonovo-1984.blogspot.com</a></p>
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		<title>Luta e Vitória, Comandante!</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 19:29:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[História]]></category>
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		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/1409/luta-e-vitoria-comandante" title="Luta e Vitória, Comandante!"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/uploads/yapb_cache/gabrieleadinolfi.2f1pex0ck05c48sswsw8c4cs4.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="53" alt="Luta e Vitória, Comandante!" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>Há 40 anos (NdT: este artigo foi escrito em 2007) morria Che Guevara. Por que é que os fascistas o homenageiam? Há 40 anos morria Che Guevara. O comandante guerrilheiro havia tentado exportar o fenómeno revolucionário cubano, tanto em África como na América Latina que, sendo ele argentino, considerava no seu todo um pouco como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/1409/luta-e-vitoria-comandante" title="Luta e Vitória, Comandante!"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/uploads/yapb_cache/gabrieleadinolfi.2f1pex0ck05c48sswsw8c4cs4.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="53" alt="Luta e Vitória, Comandante!" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><p><strong>Há 40 anos (NdT: este artigo foi escrito em 2007) morria Che Guevara. Por que é que os fascistas o homenageiam?</strong></p>
<p>Há 40 anos morria Che Guevara. O comandante guerrilheiro havia tentado exportar o fenómeno revolucionário cubano, tanto em África como na América Latina que, sendo ele argentino, considerava no seu todo um pouco como a sua pátria. As chamas de guerrilha deveriam acender a revolução: É essa chama que fascinaria Giangiacomo Feltrinelli, muito pouco leninista mas romântico e garibaldino.</p>
<p><strong>O Che e os Fascistas</strong></p>
<p>Em quarenta anos o Che foi objecto de todas as desvalorizações, foi reduzido a logótipo publicitário, a símbolo de reconhecimento de tribos urbanas ultracapitalistas. Mas quando morre, ou antes ainda, quando abraçou o seu sonho revolucionário abandonando um ministério em Cuba, Ernesto Guevara podia contar com muitas antipatias, muitas das quais entre os fariseus do seu próprio campo, mas também com muitas simpatias entre aqueles cuja estúpida lógica dos esquemas estáticos via como seus adversários. Quando a demência e a esclerose do dogmatismo à tartufo não estava na moda entre os herdeiros da Revolução Nacionalista, foram muitos a apoiar o Che. Desde Jean Thiriart, fundador da Jeune Europe e do Partido Nacional Europeu, que seria voluntário na Palestina, a Juan Peron. Costui, fascista entre os fascistas, exilado em Espanha depois de ter sido perseguido pela oligarquia clérico-militar ligada a Washington havia estabelecido um pacto estratégico com Fidel Castro e elogiava particularmente o Che cuja luta, segundo o seu parecer oficial, utilizava o marxismo como puro e simples instrumento para um ideal superior. Foi o próprio Peron, último dos estadistas fascistas, a acolher o Che na Espanha franquista – com o beneplácito do caudilho – e a colocá-lo em contacto na Argélia com Boumedienne. De resto, Guevara havia apoiado Peron contra os comunistas poucos anos antes na Argentina e uma das suas acções de guerrilha foi obra dos peronistas. Com o Che vivo a nata do fascismo pós-bélico estava com ele, com o Che morto foram-lhe dedicadas muitas reflexões e algumas hagiografias, como “Une passion pour El Che” de Jean Cau, autor de sensibilidade nacional-socialista.</p>
<p><strong>Brancos ou Negros?</strong></p>
<p>Poderei portanto homenagear o Che no seguimento dos meus ilustres predecessores e sentir-me por isso muito mais fascista do que os fascistas que o denigrem. Mas não seria suficiente nem correcto. Não o quero homenagear só porque os melhores dos fascistas o fizeram mas porque o merece por si. Conheço as objecções, sinto-as continuamente: desde que o fascismo caiu na sombra reaccionária do conservadorismo burguês e perdeu a sua alma – e o seu mais profundo significado existencial e sacro – as banalidades sucedem-se. Uma dessas é que não se pode homenagear o Che, não se pode não ficar contente pela morte do Che, porque ele batia-se para destruir os nossos valores. Nossos? Valores? Brincamos? O Che batia-se por libertar o seu continente da ocupação americana, da opressão oligárquica e das injustiças. Podemos não compartilhar a direcção dada pelo Che à sua luta, o seu posicionamento ideológico e programático, mas não podemos não sentir como nossa a sua luta, e se não a sentimos das duas uma: ou daquela luta não sabemos <a href="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/uploads/chens.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1410" title="Che Guevara" src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/uploads/chens.jpg" alt="" width="264" height="299" /></a>nada ou enganámos-nos de campo, somos “guarda branca” e não “camisa negra”.<br />
<strong><br />
Luta e Vitória</strong></p>
<p>Enfim, não se pode deixar de homenagear o Che porque um homem que abandona cargos, honrarias, dinheiro e privilégios para ir viver para a selva, no meio dos montes, com um punhado de companheiros de luta, passando dias inteiros a pão e água, um homem que sonha e permanece fiel ao seu sonho metendo carne, músculo e nervos ao seu serviço, não pode deixar de ser homenageado. Dita-o claramente aquele sentimento da vida, da honra e do sacro que está na base da visão do mundo que fez grande a nossa antiguidade e a nossa mais recente “primavera”. Aquela ideia do mundo que – do Bhagavad Gita passando pelos sacerdotes das lupercálias, as legiões mitraicas, a cavalaria medieval até aos comandos Werwolf – representou o melhor que a memória do homem recorda e que se condensa na “Doutrina ariana de Luta e Vitória” (que não é a do sucesso tangível mas a da vitória sobre si mesmo)(*). Quem não perdeu o sentido daquele filão não pode deixar de respeitar e homenagear o herói de Santa Clara. Honra ao Che: Luta e Vitória, Comandante!</p>
<p>9 de Outubro de 2007</p>
<p>(*) Cf. Julius Evola</p>
<p>Retirado de <a href="http://ofogodavontade.wordpress.com" target="_blank">O Fogo da Vontade</a>.</p>
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		<title>Marchas &amp; CIA</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 18:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>viktortora</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/1395/marchas-cia" title="Marchas &#038; CIA"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/uploads/yapb_cache/terrorismo8.956d70cj0740g048k8ws0wk8o.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="106" alt="Marchas &#038; CIA" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>Um grupo de colombianos decidiu convocar para 04 de Setembro uma “marcha mundial” contra o presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Muito trabalha a CIA, ainda outro dia andou a organizar marchas no Irão e agora tem de organizar uma na Colômbia. Obama, nunca me enganas-te estás dar mais trabalho aos rapazes que o Bush.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/1395/marchas-cia" title="Marchas &#038; CIA"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/uploads/yapb_cache/terrorismo8.956d70cj0740g048k8ws0wk8o.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="106" alt="Marchas &#038; CIA" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><p>Um grupo de colombianos decidiu convocar para 04 de Setembro uma “marcha mundial” contra o presidente da Venezuela, Hugo Chávez.<br />
Muito trabalha a CIA, ainda outro dia andou a organizar marchas no Irão e agora tem de organizar uma na Colômbia.<br />
Obama, nunca me enganas-te estás dar mais trabalho aos rapazes que o Bush.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por Portugal, e mais nada!</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 18:55:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/1379/por-portugal-e-mais-nada" title="Por Portugal, e mais nada!"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/uploads/yapb_cache/pnroposicaonacional.1pgfreb9zv6ss88c8cscg0c44.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="113" alt="Por Portugal, e mais nada!" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>REFORÇADO O CONSELHO NACIONAL DO PNR Avançar com a Oposição Nacional! Depois do Conselho Nacional de 25 de Julho de 2009 o Partido Nacional Renovador iniciou uma intensa campanha, não só de preparação acelerada da participação nas próximas eleições legislativas, como de avaliação e desenvolvimento de novos métodos de trabalho, de novas formas de organização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/1379/por-portugal-e-mais-nada" title="Por Portugal, e mais nada!"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/uploads/yapb_cache/pnroposicaonacional.1pgfreb9zv6ss88c8cscg0c44.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="113" alt="Por Portugal, e mais nada!" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><p>REFORÇADO O CONSELHO NACIONAL DO PNR</p>
<p>Avançar com a Oposição Nacional!</p>
<p>Depois do Conselho Nacional de 25 de Julho de 2009 o Partido Nacional Renovador iniciou uma intensa campanha, não só de preparação acelerada da participação nas próximas eleições legislativas, como de avaliação e desenvolvimento de novos métodos de trabalho, de novas formas de organização e novos objectivos para a acção política no futuro próximo. Como expressão deste propósito, este último Conselho Nacional aprovou por unanimidade a nomeação de quatro novos conselheiros, que intervieram nos trabalhos de forma decisiva.</p>
<p>Durante os trabalhos de dia 25, após questões eleitorais urgentes, ainda de manhã foram também reconhecidas as circunstâncias desfavoráveis que envolveram o PNR nos últimos anos. A discussão prosseguiu em reunião alargada durante toda a tarde. O Conselho delineou, entretanto, algumas vias para que sejam vencidas de forma imperativa as carências que se têm manifestado na organização e possam ser devidamente apreciadas as críticas construtivas.</p>
<p>Uma certeza implícita: para cumprir a Moção de Estratégia de Janeiro de 2008, «os militantes terão de ser, claramente, a mola propulsora do Partido» e «o PNR terá de funcionar como a plataforma de entendimento e a frente comum de todos os nacionalistas. Antes de conquistar novos “eleitores”, precisa de consagrar-se como o partido de todos os nacionalistas».</p>
<p>Neste espírito, depois de algumas sugestões e propostas diversas o Conselho Nacional discutiu e aprovou um enquadramento novo dos objectivos do PNR no quadro mais vasto de uma alternativa ao sistema, muito para além das eleições. Se elas evidenciaram a formação gradual de um enorme sector de abstenção não é menos evidente ser essa atitude da maioria do eleitorado um sinal político claro do qual devemos saber tirar todas as devidas conclusões e agir em consequência.</p>
<p>O que fazer?</p>
<p>Ao lado de todas as iniciativas independentes que visem dar expressão e resposta aos factores de abstenção, nacionais ou locais, e das que venham a ser lançadas ou apoiadas pelo Partido, há que favorecer, de forma permanente e crescente, todo o entendimento possível com os muitos patriotas já conscientes e todos os nacionalistas para a organização de múltiplas acções de intervenção política em nome de objectivos não partidários, das aspirações legítimas imediatas das populações, dos portugueses em geral e do interesse Nacional, explicitamente contra e para além dos partidos dominantes – que são eles, de facto, a Situação. Tal será a linha da nossa participação nessa dinâmica mais abrangente que vai ser a Oposição Nacional, uma realidade que reconhecemos ainda incipiente mas que importa definir, organizar e estender a todo o país de modo a abranger cada vez mais portugueses e a reunir a maior força possível.</p>
<p>Para revestir essa ideia de uma mensagem forte, foi de igual forma decidido criar uma linha de imagem nova para o PNR e adoptar um lema adequado ao necessário objectivo principal: Por Portugal – e mais nada, na expressão do grande poeta Rodrigo Emílio, que assim permanecerá sempre entre nós. Todas estas opções foram de imediato assumidas pela Direcção.</p>
<p>Naturalmente, a esta reunião outras se hão-de seguir, quer do Conselho Nacional, quer algumas mais de âmbito maior, com a participação alargada ao maior número de militantes, filiados e simpatizantes, ainda antes ou depois das eleições. Eleições que são, para já e certamente, um objectivo natural – mas nunca o único. Pelo coração, pela vontade e pelos nossos braços a campanha por Portugal durará o tempo que for preciso e ha-de ir sempre até onde e quando seja necessário. Não tememos ninguém &#8211; partimos à conquista de todos!</p>
<p>Na Oposição Nacional!</p>
<p>Por Portugal – e mais nada</p>
<p>O Partido vai, assumir uma linha política clara num combate determinado que mobilizará esforços convergentes na luta pelo poder político. Vamos levantar e apoiar a Oposição Nacional ao sistema em todo o país, do interior esquecido às cidades, na acção política nacional ou local, na escola, no Trabalho, em todas as dimensões da vida portuguesa. Vamos vencer a mediocridade e a incompetência dos parasitas que sugam diariamente o sangue dos portugueses, erguendo uma alternativa de Conhecimento e de Poder.</p>
<p>Contra a classe política e os partidos da Situação, pela Justiça, contra a Miséria e a Corrupção, contra o estado socialista e do «bloco central», pelo controlo e selecção da imigração, pela Liberdade de Expressão, pela Vida, a unidade de acção dos Nacionalistas e da Nova Direita Nacional e Social!</p>
<p>Oposição Nacional!<br />
Por Portugal &#8211; e mais nada.</p>
<p>PNR &#8211; Partido Nacional Renovador<br />
<a href="http://www.pnr.pt/">http://www.pnr.pt</a><br />
Apartado 2130<br />
1103-001 Lisboa<br />
Tlm: (+351) 964 378 225</p>
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		<title>CONTRA A CRISE todos à RUA!</title>
		<link>http://pt.no-media.info/1372/contra-a-crise-todos-a-rua</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 14:07:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>viktortora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curtas]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Nestes tempos difíceis, que vivem todos os trabalhadores portugueses é tempo para organizar e “tomar as ruas” para lutar e reclamar aquilo que legitimamente nos pertence. Ninguém vai ceder nem um milímetro, muito pelo contrário, nós não estamos a roubar, estamos apenas a evitar que reduzam nossos direitos económicos e sociais. Apoia o PARTIDO NACIONAL [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 12pt; line-height: 19.2pt; text-align: center;" align="center"><span style="color: #333333; font-family: Georgia; mso-ansi-language: EN;" lang="EN"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_F0jj9UaqYRE/Snbg59nZ2fI/AAAAAAAAFOg/DOzqRzVBywI/s1600-h/junta-te+a+n%C3%B3s.png"></a></span><span style="color: #333333; font-family: Georgia;"><br />
<span style="font-size: small;">Nestes tempos difíceis, que vivem todos os trabalhadores portugueses é tempo para organizar e “tomar as ruas” para lutar e reclamar aquilo que legitimamente nos pertence.<br />
Ninguém vai ceder nem um milímetro, muito pelo contrário, nós não estamos a roubar, estamos apenas a evitar que reduzam nossos direitos económicos e sociais.</p>
<p></span></span><span style="color: #333333; font-family: Georgia; mso-ansi-language: EN;" lang="EN"><span style="font-size: small;">Apoia o </span><a href="http://www.pnr.pt/portal/" target="_new"><span style="font-size: small; color: #800080;">PARTIDO NACIONAL RENOVADOR</span></a><span style="font-size: small;"> e suas iniciativas.</span></span></p>
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		<title>Tribunal Constitucional considera ‘ilegais’ os estatutos do Partido da Liberdade</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 22:42:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/1366/tribunal-constitucional-considera-%e2%80%98ilegais%e2%80%99-os-estatutos-do-partido-da-liberdade" title="Tribunal Constitucional considera ‘ilegais’ os estatutos do Partido da Liberdade"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/uploads/yapb_cache/partidodaliberdade2.29hpomxjhloggsokwkkosgokk.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="48" alt="Tribunal Constitucional considera ‘ilegais’ os estatutos do Partido da Liberdade" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>O Tribunal Constitucional português rejeitou por unanimidade o registro do Partido da Liberdade (PL) indicando que os seus estatutos se encontravam “não conformes a exigências constitucionais e legais”. Entre outros pormenores técnicos o tribunal realçou que algumas das suas premissas “violavam o princípio da organização e da gestão democráticas”. O Partido da Liberdade é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/1366/tribunal-constitucional-considera-%e2%80%98ilegais%e2%80%99-os-estatutos-do-partido-da-liberdade" title="Tribunal Constitucional considera ‘ilegais’ os estatutos do Partido da Liberdade"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/uploads/yapb_cache/partidodaliberdade2.29hpomxjhloggsokwkkosgokk.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="48" alt="Tribunal Constitucional considera ‘ilegais’ os estatutos do Partido da Liberdade" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><p>O Tribunal Constitucional português rejeitou por unanimidade o registro do Partido da Liberdade (PL) indicando que os seus estatutos se encontravam “não conformes a exigências constitucionais e legais”. Entre outros pormenores técnicos o tribunal realçou que algumas das suas premissas “violavam o princípio da organização e da gestão democráticas”.</p>
<p>O Partido da Liberdade é um partido “nacionalista democrático” fundado por ex-militantes dos Partido Nacional Renovador (PNR – nacionalista, parceiro português do NPD alemão e da Frente Nacional francesa) e do Partido da Nova Democracia (PND – populista patriótico, em 2008 expulsou a esmagadora maioria da sua ala “nacionalista mais radical”). Susana Barbosa, fundadora e ex-dirigente do PND, afirma que o PL será “um partido para conquistar a verdadeira direita portuguesa” mas “sem extremismos” e assente num “nacionalismo moderado e democrata”.</p>
<p>“Defendemos os valores da família, da liberdade de expressão e do mérito do trabalho.” Entre outras premissas o PL opõe-se à globalização económica, cultural e financeira considerando que esta é “atentória da identidade e da independência das nações”.</p>
<p>Susana Barbosa já emitiu um comunicado, em nome do partido, clarificando que estão a rever os seus estatutos e que o Tribunal Constitucional aceitou o registro tanto do nome quanto do logótipo do partido.</p>
<p>Humberto Nuno de Oliveira, do Partido Nacional Renovador e crítico da criação do Partido da Liberdade, já apontou o dedo à hipocrisia desta situação no seu blogue pessoal:</p>
<p>“Embora ache que as diferenças (anunciadas) entre este partido e o PNR são mínimas e sobretudo ‘cosméticas’ ou de estilo a verdade é que seria mais uma voz incómoda para a ‘democracia’ de sentido único. Não há melhor, pois, que proibir&#8230;”</p>
<p>*com agências.</p>
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		<title>A área</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 16:44:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Continente]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/1344/a-area" title="A área"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/uploads/yapb_cache/juanantoniollopart.2z8ps99gd92cg4cwo008cw800.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="118" alt="A área" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a>No meu artigo anterior tentei explicar de modo compreensível aquilo que alguns – chamam – chamamos – de Área é, na realidade, muito distinto e diferente entre muitos daqueles que compartem esse espaço político. Era minha intenção destacar alguns aspectos ideológicos e políticos que colocados todos num mesmo projecto fariam rebentar, com quase toda a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://pt.no-media.info/1344/a-area" title="A área"><img src="http://pt.no-media.info/cms/wp-content/uploads/yapb_cache/juanantoniollopart.2z8ps99gd92cg4cwo008cw800.9wzo4bhiyewwwccsss80skos.th.jpeg" width="80" height="118" alt="A área" style="float:left;padding:0 10px 10px 0;" ></a><p>No meu <a href="http://www.laredgualda.com/wordpresspatriota/?p=1794" target="_blank">artigo anterior</a> tentei explicar de modo compreensível aquilo que alguns – chamam – chamamos – de Área é, na realidade, muito distinto e diferente entre muitos daqueles que compartem esse espaço político. Era minha intenção destacar alguns aspectos ideológicos e políticos que colocados todos num mesmo projecto fariam rebentar, com quase toda a certeza, em mil pedaços qualquer iniciativa que pretendesse unificar toda a Área num mesmo espaço/projecto. Mesmo assim, gostaria de realçar e impulsionar a necessidade de respeitar todas as sensibilidades que convivem na Área.</p>
<p>Tendo dito tudo isto, ficaria bem que definíssemos o que é a Área.</p>
<p>O que se entendo por Área? Ou o que entendo eu por Área.</p>
<p>A Área é o espaço político ocupado por aqueles partidos ou associações que defendem uma Ideia Nacional e Social fora dos padrões clássicos da direita e da esquerda. Assim, esta Área é suficientemente ampla de modo a encontrarmos nela organizações próximas dos partidos clássicos da direita e a partidos ou associações que se qualificam como de Esquerda Nacional.</p>
<p>Com efeito, com base nesta definição, a Área, como dizíamos, é ampla, demasiado ampla, parece-me, por isso é preciso dividi-la em espaços o mais compactos possíveis.</p>
<p>Seccionemos esta Área.</p>
<p>Embora haja quem classifique actualmente a Área em espaços católicos, falangistas e antiimigração, prefiro dividir a Área em espaços de Direita Nacional ou Populista, Históricos e Nacional-Revolucionários. Parto do pressuposto de que na temática da imigração haja uma certa convergência entre os partidos das três classificações.</p>
<p>Ora bem, não serei eu a catalogar os partidos actuais com esta ou aquela definição, nem pretendo dar como intocáveis estas divisões, isso terá que o fazer o leitor.</p>
<p><strong>DIREITA NACIONAL ou DIREITA POPULISTA</strong></p>
<p>Tratar-se-ia de um espaço que, partindo de postulados assumidos presumivelmente pela direita clássica, adoptam um compromisso muito mais radical na defesa da família, da unidade nacional, quanto ao terrorismo, à segurança dos cidadãos, e adoptam um discurso claramente antiesquerdista, ao mesmo tempo que reclamam o cristianismo como sendo componente essencial da sua ideologia. Adoptam, também, de modo firme vários aspectos da doutrina social da Igreja em relação à justiça social, ao mesmo tempo que defendem o livre mercado.</p>
<p>Não o esqueçamos, que um dos factos que também caracteriza estes partidos é a sua postura radical contra a imigração, embora em alguns casos seja de forma matizada. São partidos que adoptam a chamada “autonomia histórica” em relação ao franquismo e a outros regimes históricos.</p>
<p>Claro está que nem todos aceitam a etiqueta de Direita como parceira das palavras Nacional ou Populista, embora alguns não se incomodem, e outros assumam os termos de Direita Social ou de Patriotismo Social.</p>
<p><strong>HISTÓRICO</strong></p>
<p>Trata-se, em Espanha, basicamente de partidos de inspiração joséantoniana ou falangista, que se atribuem à legitimidade falangista.</p>
<p>A sua base ideológica fundamenta-se nos textos herdados essencialmente de José António primo de Rivera, de Ramiro Ledesma e de Onésimo Redondo.</p>
<p>Continuam a envergar, em actos públicos ou privados, o uniforme falangista, bem como a estética de milícia utilizada nos anos trinta e nos posteriores correspondentes à etapa franquista.</p>
<p>Podemos incluir neste espaço as associações ou partidos Tradicionalistas.</p>
<p>Acrescentaremos, aqui também, aqueles grupos que se definem como Nacional-Socialistas, embora a maioria destes seja assumidamente culturais, o seu principal objectivo é o de manter viva a memória do regime NS.<br />
<strong><br />
NACIONAL-REVOLUCIONÁRIOS</strong></p>
<p>Quando se fala deste espaço político alguns questionam-se quanto à base ideológica e à realidade de pertença a um mesmo espaço. Não serei eu quem valorizarei esta questão, já que está claro que para o <a href="http://www.msr.org.es/" target="_blank">MSR</a> existem umas bases ideológicas NR e um programa ideológico NR. Além disso, o certo é que hoje, em Espanha, este espaço parece estar de boa saúde ou, no mínimo, estará ao mesmo nível organizativo que outros espaços.</p>
<p>Certo é, também, que há quem se reclame mas nada tenha de NR – pelo menos do meu ponto de vista. É claro que não são a mesma coisa um Nacionalista Revolucionário e um Nacional-Revolucionário. Não é o mesmo um Nacionalista Revolucionário espanhol ou basco e um NR. A confusão existe, tal como existe entre os falangistas ou os católicos.</p>
<p>Por isso, devo expor largamente o que caracteriza ideologicamente o partido Nacional-Revolucionário:</p>
<p>- A defesa da Ideia da Europa como Pátria comum de todos os europeus.<br />
- Nacionalismo de libertação europeu contra o imperialismo, seja este yankee-sionista ou qualquer outro dessas novas caras que entraram em cena tentando emular o imperialismo dos primeiros.<br />
- Socialismo comunitário. Nacionalização de empresas estratégicas para a Comunidade Nacional.<br />
- Laicidade do Estado.</p>
<p>Estes quatro pontos podiam ser clarificados em tudo o que se queira, mas podemos resumi-los em duas palavras: Pátria e Socialismo.</p>
<p>Está claro que os NR devem saber distinguir os espaços e os tempos. Diferenciemos claramente o programa político, que nos permite fazer política real; a ideologia, que nos permite armar o programa político; e os valores, que nos levam a posicionar-nos num ou noutro campo do Sistema. Se o fizermos correctamente, torna-se claro que os NR podem fazer política real e que em nada serão, ou são, fruto de uma febre juvenil.</p>
<p><strong>A Área existe mesmo?</strong></p>
<p>Há quem afirme que a Área não existe, que a sua diversidade torna impossível a sua própria existência, e que continuar a falar desta é manter vivo um mito. Talvez. É certo que existem posicionamentos ideológicos que fazem com que espaços distintos não se possam nunca entender. Nunca se conseguirá unir quem queira impor Estado confessional a quem defenda o laicismo, ou nunca se conseguirá unir aquele que queira uma Europa unida com quem nada queira saber da Europa.</p>
<p>Chegando a este ponto, temos que ter consciência do que é realmente unível e o que não é; e temos que ser capazes de caminhar para esse objectivo utilizando as peças adequadas.</p>
<p>Actualmente não podemos analisar a política utilizando os esquemas de direita e de esquerda ou de marxismo e liberalismo. Com efeito, o liberalismo engoliu o marxismo, convertendo-o em algo meramente residual, e a esquerda e a direita unificaram-se nos critérios económicos criando-se um mesmo corpo de interesses comuns. Actualmente a geopolítica obriga-nos a analisar o que ocorre a milhares de quilómetros de Espanha porque, gostemos ou não, afecta-nos; actualmente a política meio-ambiental, é um factor decisivo para o nosso futuro; por isso é essencial que a Área se situe no mundo real. Sem política real, a Área será tão residual como o marxismo.</p>
<p>Sem esta política real, a Área não poderá existir, ver-se-á contudo, irremediavelmente, abandonada por aqueles que querem sentir o século XXI. Afirmei noutra ocasião que talvez tivesse chegado a altura de criar outra Área, uma Área patriótica que não vivesse do passado nem no passado, uma área que, reconhecendo-se nesse passado avançasse para o futuro rompendo com o caduco e abandonando o presente.</p>
<p>Sempre afirmei que o importante, o realmente importante, é as Ideias e os Princípios. A forma como apresentamos essas Ideias e esses Princípios à sociedade determinará a via do sucesso ou do fracasso.</p>
<p>Creio que chegou a altura de demarcar os espaços. É necessário unificar espaços para clarificar e despejar a Área. Um bosque demasiado espesso nunca nos deixa ver a luz e fará com que nos percamos com milhares de banalidades. É preciso que os espaços se encontrem claramente definidos e unidos em torno de um projecto credível no qual a palavra utopia não existe senão como referência a utopias realizáveis.</p>
<p>Sim somos capazes de unificar, definir e demarcar os espaços, podemos depois estudar as fórmulas idóneas para determinar a possibilidade de caminhar de forma paralela para um mesmo objectivo com espaços distintos da nossa Área.</p>
<p>A Área será uma Área útil enquanto consiga avançar para o futuro, pelo contrário a Área será uma Área morta, e o nosso povo precisa de espaços vivos, ardentes e comprometidos que dêem a entender por sua vez que são credíveis. Sem luta não haverá vitória, mas se não somos capazes de ver a realidade, a luta converte-se algazarra e a vitória num sonho convertido em pesadelo</p>
<p>In <a href="http://www.patriotas.es" target="_blank"><em>Patriotas.es</em></a><br />
27 de Junho de 2009</p>
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